Publicidade
Publicidade - Super banner
Futebol
enhanced by Google
 

Arílson acha caso de Mário Fernandes mais grave que o seu

Ex-meia de Grêmio, Inter e Palmeiras abandonou a seleção em 1996 e nunca mais voltou a ser chamado

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

A não ida de Mário Fernandes para a seleção brasileira faz lembrar um caso ocorrido com outro jogador de passagem pelo futebol gaúcho. Arílson, ex-meia de Grêmio, Inter, Palmeiras... abandonou a concentração da seleção brasileira em 1996, por não ser utilizado pelo técnico Zagallo.

VEJA: Mário Fernandes rejeita convocação da seleção e fica no Grêmio

O iG entrou em contato com Arílson para comentar e comparar os casos. Arílson já havia visto a notícia na televisão. Ficou surpreso com a decisão do jogador do Grêmio e achou o caso atual ainda mais grave do que o seu.

“Meu caso é diferente. Eu era titular na Alemanha, estávamos no meio de um campeonato. Eu fui chamado do exterior e era o único que não jogava. Eu fui, treinei, mas não jogava. Foi diferente. Ele não chegou nem a ir. É estranho”, lamentou.

Tenha as notícias do seu time pelo Twitter

Mostre que seu clube tem a maior torcida do Brasil

Arílson, em 1996, jogava pelo Kaiserslautern-ALE. Era titular absoluto do time alemão e já tinha uma passagem maior pela seleção brasileira. Além de já ter se consolidado por duas temporadas no Grêmio.

Por não estar sendo utilizado, decidiu abandonar a concentração na Argentina para voltar a ajudar seu time na Europa. O Brasil se preparava para o Pré-Olímpico no país vizinho. Apesar da maior bagagem, nunca mais voltou a ser chamado pela CBF. Ele julga que Mário pode seguir no mesmo caminho.

“Vai ser difícil de ele ser convocado outra vez pra seleção. Eu nunca mais fui chamado”, projetou.

null

Mário Fernandes já teve outro caso em que sumiu do Grêmio por uma semana. A soma dos fatos podem fechar portas para o promissor lateral-direito.

“Com certeza. Fora seleção, vários clubes fecharam a porta pra mim. Com ele não vai ser diferente. Os clubes não saberão se poderão contar com ele. Ele já teve outro caso assim de sumir. Até o valor do passe dele vai diminuir”, disse.

Depois do episódio na seleção, Arílson nunca mais conseguiu fazer longos contratos nos clubes. Trocou de time outras 22 vezes, até abandonar os gramados em 2009.

Ele segue trabalhando com o futebol. Está começando uma carreira de treinador. Arílson está há três anos no Imbituba-SC. Atualmente, comanda o time juvenil e é líder do estadual da categoria.

“Quero seguir essa carreira. Se possível, fazer estágio no Grêmio, ou no Inter, ou nos clubes daqui”, completou.

Leia tudo sobre: GrêmioPalmeirasInternacionalseleção brasileira

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG