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Argentinos expulsos da Copa pedem indenização milionária à Fifa

Vistos como possíveis tumultuadores, três torcedores foram mandados de volta para a América do Sul às vésperas do Mundial

EFE |

A deportação de três torcedores argentinos que estavam na África do Sul para assistir à Copa do Mundo de 2010 pode custar caro para os cofres da Fifa - até US$ 30 milhões. Este é o valor exigido na Justiça pelo grupo à entidade máxima do futebol mundial como indenização por supostos maus-tratos, informa nesta quinta-feira a imprensa argentina.

Acusados de serem "barras bravas" (torcedores organizados), Pablo 'Bebote' Álvarez, ligado ao Independiente, Andrés 'Pillín' Bracamonte, vinculado ao Rosário Central, e Andrés 'Raba' Torres, relacionado com o Platense, pedem US$ 10 milhões (R$ 16,7 milhões) cada um, disse a advogada do trio, Débora Hambo, ao jornal "Tiempo Argentino".

Além de processar a Fifa, a representante disse que fez uma queixa formal perante à ONU (Organização das Nações Unidas) por supostos maus-tratos que seus clientes sofreram na África do Sul. Hambo afirmou que na próxima semana incluirá "documentos, fotos e vídeos" como "elementos de prova" para os processos.

Às vésperas do Mundial, mais de 20 "barras bravas" argentinos foram expulsos ou impedidos de entrar na África do Sul por serem considerados perigosos e devido ao risco de provocarem tumultos. As autoridades sul-africanas se basearam em informações apresentadas pelas forças de segurança da Argentina para proibir a entrada dos torcedores no país.

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