Ex-lateral afirma que é necessário uma união entre diretoria, comissão técnica e jogadores para que resultados aconteçam

Para ser campeão da Libertadores, não adianta ter apenas 11 bons jogadores. A afirmação é do ex-lateral direito Chiqui Arce, que passa uma semana trocando experiências com Luiz Felipe Scolari na Academia de Futebol do Palmeiras. Segundo ele, levantar a taça mais importante da América cobra uma união muito grande entre todas as partes do clube.

"Não é nada fácil juntar tudo. Para você obter títulos e sucesso, tem muita situação que tem que dar certo. Não adianta ter só estrutura, logística e comissão técnica. Tem que ter um clima muito bom, de união, com a diretoria pensando a mesma coisa que você, com o mesmo objetivo. Naquela época, conseguimos tudo isso: Um grande elenco, comissão técnica boa, diretoria que nos acompanhava e a torcida que tinha uma empatia muito grande", disse o jogador.

Durante essa semana, Arce afirmou que conversou pouco sobre o atual elenco e que não conseguiu ter uma impressão precisa sobre as necessidades do Palmeiras.

Perguntado sobre uma possível semelhança entre jogadores e o time de 1999, quando o Palmeiras foi campeão da Libertadores, o ex-jogador, que hoje treina o Rubio Ñu do Paraguai.

"Comparar não é bom. Sempre falo o mesmo quando perguntam sobre a situação doas atuais laterais. Fica ruim para quem chega no lugar saber da comparação. E eu joguei cinco anos aqui e isso, atualmente, é muito. Eu construi, 50%, 60% da minha carreira aqui e isso não é pouca coisa. Nós vivemos tudo, as maiores situações possíveis. Minha história está muito aqui no clube, mas isso não é muito bom para os que chegam. O que gosto mesmo é que quando eu volto as pessoas me reconhecem", completou.

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