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Árbitro que apita Corinthians e Tolima tem média alta de cartões

Chileno distribui cinco cartões por jogo na Libertadores. Na semifinal de 2009 ele se machucou

Bruno Winckler, iG São Paulo |

Enrique Osses, chileno de 36 anos, será o árbitro do jogo de ida da partida entre Corinthians e Tolima, quarta-feira, no Pacaembu. E é bom que corintianos e tolimenses se atentem para o estilo deste árbitro, conhecido no Chile como um dos mais rigorosos do país.

Reprodução
Enrique Osses apita a estreia do Corinthians na Libertadores
Osses faz parte do quadro da Conmebol desde 2005 e de lá para cá já apitou 15 partidas da Libertadores. Nestes jogos aplicou 79 cartões - 77 amarelos e dois vermelhos, uma média superior a cinco cartões por jogo.

A média de cartões dados pelo árbitro nos jogos da Copa Sul-Americana nos últimos cinco anos também é alta. Em oito partidas, foram 40 amarelos e um vermelho.

Em 2010, pelos torneios apertura e clausura do Chile, Osses aplicou 116 cartões amarelos e 14 vermelhos em 27 jogos, média de 4,8 cartões por jogo e de uma expulsão a cada dois jogos. Em 2005, Osses expulsou 21 jogadores em 16 partidas do campeonato local.

Não será a primeira vez que Osses apitará uma partida de um time brasileiro na Libertadores. Em 2010 foi ele que conduziu o jogo do São Paulo contra o Nacional, do Paraguai, em Assunção, pela primeira fase do torneio. Neste jogo Osses aplicou apenas três amarelos, dois para os paraguais, e um para o são-paulino Dagoberto. O São Paulo venceu por 2 a 0.

Contundido

Em 2009, foi Osses que apitou a primeira partida da semifinal brasileira entre Cruzeiro e Grêmio, em Belo Horizonte. O time mineiro venceu por 3 a 1 e encaminhou sua classificação para a final. O jogo, porém, ficou marcado por um lance não muito comum envolvendo o árbitro chileno. Aos 30 minutos do segundo tempo ele acusou uma contusão. Foi atendido em campo pelo corpo médico do Cruzeiro, mas não conseguiu dar prosseguimento ao jogo. Acabou dando lugar a Jorge Osório, também chileno. Nesta partida, Osses distribuiu apenas três cartões amarelos, dois para o Grêmio e um para o Cruzeiro.

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