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Futebol
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Após vitória política, Juvenal Juvêncio afirma: Itaquera não sai

Presidente do São Paulo diz ainda acreditar que sede paulista da Copa do Mundo de 2014 será o Morumbi

Levi Guimarães, iG São Paulo |

Depois de ver o Conselho Deliberativo aprovar a mudança de estatuto que pode permitir sua candidatura ao terceiro mandato consecutivo, o presidente do São Paulo Juvenal Juvêncio voltou a falar sobre um de seus temas favoritos, a Copa do Mundo de 2014. Para o dirigente, o Morumbi ainda voltará a ser o estádio paulista para o torneio.

Juvenal confirmou que espera assinar dentro de 30 ou 40 dias uma parceria para viabilizar a instalação de uma cobertura no estádio, uma das partes mais caras da reforma para atender às exigências da Fifa. Além disso, a demora no andamento das obras do estádio do Corinthians, oficializado como sede pela CBF, o anima.

“A Copa do Mundo vai ser no São Paulo. Porque [o estádio em] Itaquera não sai. Itaquera não tem projeto, não tem estudo do solo, não tem hospital, não tem estrutura”, afirmou Juvenal, além de enumerar diversos outros supostos problemas da arena corintiana, apesar desta contar com o apoio da presidenta Dilma Roussef inclusive para sediar a abertura do Mundial.

Rival declarado de Juvenal Juvêncio nas eleições são-paulinas, Edson Lapolla concorda com relação à possibilidade de o Morumbi ainda ser aproveitado na Copa por conta dos problemas com o estádio corintiano. Mas ele também levanta essa bandeira justamente como mais um motivo para Juvenal não tentar a reeleição.

“O São Paulo precisa reatar com todas as entidades. Nós brigamos com todo mundo, com a CBF, com o Clube dos 13. Enquanto Ricardo Teixeira e Juvenal Juvêncio estiverem vivos não há chance de a Copa vir para o Morumbi”, afirmou Lapolla.

Eleições e Clube dos 13

Sobre a mudança do estatuto que pode permitir sua reeleição, Juvenal se limitou a constatar que aconteceu aquilo que ele havia afirmado no começo da semana passada, ao receber a Taça das Bolinhas na sede da Caixa Econômica. “Aconteceu alguma coisa diferente do que eu disse? Não”, questionou.

A polêmica Taça das Bolinhas, aliás, foi tratada pelo dirigente como um tema menos importante. Ele frisou que a discussão mais importante dentro do Clube dos 13 é realmente em relação aos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro.

“O que está sendo decidido não é o futuro do futebol, é o futuro daquilo ali”, afirmou apontando uma televisão. O presidente são-paulino dá a entender que vê a disputa pelos direitos de transmissão polarizada entre Globo e Record. E, para ele, quem vencer terá tudo para se firmar como a principal televisão do Brasil.

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