Quatro especialistas da posição já disseram não ao clube, que também garimpa um homem-gol para estrear no estadual

Quatro goleiros já disseram não ao Paraná Clube. Além de Juninho, titular do ano passado, recusaram propostas Zé Carlos, do Avaí; Eduardo Martini, ex-Ponte Preta, e Galatto, que rescindiu seu contrato com o Málaga e está voltando ao futebol brasileiro. Mesmo assim, o vice de futebol Paulo César Silva abraçou o lema de que “um bom time começa por um bom goleiro” e deseja contratar um camisa 1 de “impacto”. “Precisamos de um nome que transmita confiança à torcida”, diz.

Paulo César Silva, no entanto, enfrenta oposição no clube. Outros dirigentes avaliam que se deve dar chance aos goleiros que estão no grupo, como Luiz Carlos e Thiago Rodrigues, e investir em um homem-gol. No entanto, o Paraná tanto para trazer um goleiro como um atacante o problema é que o clube não tem como pagar salários que passem de R$ 15 mil. Eduardo Martini, por exemplo, até chegou a se reunir com a diretoria, mas pediu R$ 40 mil e foi descartado.

Até agora, os jogadores que se enquadraram na realidade financeira do clube estão longe de causar “impacto” na torcida. O Paraná já acertou com o zagueiro Wellington, o volante Serginho, o meio-campista Taianan e o atacante Paulo Matos. Para poder estrear minimamente contra o Corinthians Paranaense, dia 16, o elenco ainda carece, além de um goleiro e um home-gol, de um zagueiro e um meio-campista.

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