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Futebol
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Após propostas, Santos confia em Mundial para segurar Ganso

Clube promete negociar o meia em janeiro, mas não abre mão de receber 22,5 milhões de euros na transação

Samir Carvalho, iG Santos |

A diretoria do Santos aposta na disputa do Mundial de Clubes da Fifa em dezembro, no Japão, para segurar o meia Paulo Henrique Ganso até o início da próxima temporada. Os dirigentes santistas alegam que existe um acordo verbal para manter o camisa 10 da seleção brasileira , e espalham pelos “corredores da Vila Belmiro” que Ganso prometeu ficar no clube para a disputa do Mundial.

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Em troca, o Santos faz uma promessa sem novidades para o atleta e a DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, que gerencia a carreira do atleta. O clube promete negociar o jogador em janeiro por um valor abaixo da multa rescisória, compromisso acertado em uma das reuniões entre diretoria e representantes do atleta.

“A última informação que ouvi da boca dele (Ganso) é que ele quer jogar o Mundial. De forma alguma pensamos em negociação, repetindo as palavras do presidente Luís Álvaro, nós queremos que todos sejam campeões e cumpram seus contratos em 100%”, afirmou o gerente de futebol do Santos, Nei Pandolfo.

No entanto, a promessa vem acompanhada de uma exigência: o Santos não abre mão de 22,5 milhões de euros (R$ 50,2 milhões) na transação, valor equivalente aos 45% que possui dos direitos econômicos do jogador, já que a multa rescisória de Ganso está estipulada em 50 milhões de euros (R$ 111 milhões). Desta forma, mesmo em propostas por valor abaixo da multa, o Santos exige os 22,5 milhões.

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Nesta semana, o iG revelou com exclusividade que Paulo Henrique Ganso recebeu duas propostas do futebol europeu. O Anzhi Makhachakala, da Rússia, clube que joga o lateral-esquerdo Roberto Carlos , ofereceu 40 milhões de euros (R$ 89,3 milhões) ao Santos e mais 7 milhões de euros (R$ 15,6 milhões) de salário por temporada ao jogador.

Além do clube russo, o Paris Saint-Germain, da França, por intermédio do brasileiro Leonardo , novo diretor do clube, iniciou as conversas com o Santos, oferecendo 30 milhões de euros (R$ 67 milhões). Apesar do assédio, os dois clubes não atingiram o valor da multa rescisória, avaliada em 50 milhões de euros (R$ 111 milhões).

Os direitos econômicos de Ganso estão divididos entre o próprio jogador (10%), o grupo de investimento DIS (45%) e o Santos (45%).

 

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