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Futebol
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Após prever sucesso de Inzaghi, Mourinho elogia clássico com Milan

Técnico do Real Madrid disse, antes de confronto pela Liga dos Campeões, que veterano atacante o preocupava. Pippo fez dois gols nesta quarta

Gazeta Esportiva |

Talvez o mais respeitado técnico do futebol mundial, o português José Mourinho se mostrava muito tranquilo antes da partida contra o Milan. Tido como arrogante muitas vezes, o treinador do Real Madrid disse que não se preocupava se os anfitriões entrassem com "cinco ou seis atacantes", mas sim com um nome em especial: Inzaghi. Para o comandante, Pippo era o centroavante mais perigoso do rival. E o jogo confirmou as suas palavras.

O Milan era completamente dominado pelos merengues até os 15 minutos da segunda etapa, vendo Dí Maria, Cristiano Ronaldo e Xabi Alonso dominarem todo o meio-campo e não darem chance para os donos da casa. Foi aí que entrou o talismã rossonero.

Colocado em campo no lugar de uma apagado Ronaldinho, o maior artilheiro da história da Champions (ao lado do espanhol Raúl, ex-Real Madrid e hoje no Schalke) aproveitou falha de Casillas e empatou o confronto logo em uma das suas primeiras jogadas. Dez minutos depois, em completo impedimento, recebeu de Pirlo e tocou na saída de Casillas, virando o placar.

Além disso, Inzaghi inflamou a torcida milanista de tal forma, que o empate do Real parecia improvável. Mesmo assim, a mexida de Mourinho fez com que o garoto Pedro León recebesse na área de Benzema e empatasse o duelo.

Confirmada as palavras de "só espero que não jogue Inzaghi, é um atacante muito difícil de marcar", o treinador português ainda elogiou o jogo e respondeu sobre as perguntas me relação à arbitragem, que cometeu erro crasso ao validar o segundo gol do Milan.

"Foi uma grande duelo, digno da história das dias equipes. Webb é um dos melhores árbitros do mundo, não vou mudar minha opínião sobre ele por causa de um erro", afirmou, mostrando certa modéstia ao comentar a participação no segundo gol, já que o mesmo foi protagonizado por dois atletas vindos do banco. "Foram mudanças de um treinador com sorte", finalizou.

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