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Após empate, treinador Celso Roth reclama da falta de qualidade

Comandante do Inter ainda elogiou a defesa do Novo Hamburgo, a menos vazada do Campeonato Gaúcho

Gazeta |

nullAo escalar o Inter para enfrentar o Novo Hamburgo, o técnico Celso Roth tinha a estratégia traçada caso dentro de campo o time não funcionasse. As explicações seriam fáceis, com somente três titulares em campo, a falta de entrosamento seria evidente, sendo a justificativa mais óbvia. Os 90 minutos se passaram, o 0 a 0 seguiu estampado no placar e o treinador apareceu para sua entrevista coletiva.

"Não estávamos com a mecânica normal de jogo", justificou. As explicações também foram elogiosas ao adversário, dono da melhor defesa do Campeonato Gaúcho. "Mérito do Novo Hamburgo e desentrosamento da nossa equipe. Não fomos bem. Tecnicamente ficamos devendo. Poderíamos ter um pouco mais de qualidade. O Novo Hamburgo dificultou porque estava bem armado', externou seu ponto de vista.

Se Roth encarou tudo com normalidade, a torcida presente no Beira-Rio não. Os torcedores mostravam insatisfação. Nos minutos finais, as vaias ecoaram por todo o estádio. O desagrado em relação ao trabalho do treinador voltou a aparecer. Sua escalação com três homens de marcação no meio-campo foi o principal motivo para as contestações da tarde de sábado.

A esperança estava depositada na dupla de ataque. Recuperado de lesão, Rafael Sobis atuou pela primeira vez na temporada. Ao seu lado, Cavenaghi tentava marcar o seu primeiro gol pelo clube. Com a bola chegando pouco, a dupla ficou isolada, tendo uma atuação abaixo das expectativas.

"O grande detalhe é que temos dois atacantes que precisam ter ritmo de jogo. O Cavenaghi lutou, correu, está inserido no contexto. Tecnicamente não conseguiu dar o que tem. O Rafael a mesma coisa", comentou Roth.

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