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Após empate com Brasil, técnico do Paraguai pode mexer no time

Gerardo Martino não descarta alterações na escalação antes da partida contra a Venezuela

EFE |

O técnico do Paraguai, Gerardo Martino, afirmou nesta segunda-feira que não descarta a possibilidade de fazer mudanças na equipe que empatou em 2 a 2 com a seleção brasileira no último sábado para o confronto diante da Venezuela, nesta quarta-feira, pelo grupo B da Copa América.

"Não as descarto, mas ainda não posso dizer nada porque ainda treinamos após jogar contra o Brasil. Ao longo destes quatro anos, nem sempre respeitamos a premissa que, se jogarmos bem, a equipe não pode ser mexida. Nas Eliminatórias (para a Copa do Mundo de 2010), vencemos o Equador por 5 a 1 e depois fizemos alterações para irmos ao Chile", declarou Martino.

O Paraguai empatou os dois primeiros jogos, em 0 a 0 com o Equador e em 2 a 2 com a seleção brasileira e divide com os comandados do técnico Mano Menezes a segunda posição da chave, com dois pontos.

"Merecemos ganhar as duas partidas, mas na análise temos dois pontos e nossa classificação (para as quartas de final) corre riscos, apesar de eu acreditar que estamos jogando melhor que na Copa Mundo. Não pudemos confirmar nossa superioridade sobre os adversários com vitórias", comentou o técnico argentino, que ajudou a seleção paraguaia a chegar às quartas de final da Copa da África do Sul.

Em sua análise sobre a Copa América, Martino disse que a competição está equilibrada, mas acredita que as principais seleções do continente, que ainda não venceram, mostraram sua força no momento de decidir.

"Na hora da verdade, estarão os candidatos como Argentina, Brasil ou Uruguai, e deixo um lugar vago. Há equipes que jogaram muito bem, como fez a Colômbia diante dos argentinos em Santa Fé. Quanto ao jogo de equipe, podemos estar entre os melhores, mas levando em conta todos os conceitos, o melhor é o Chile", comentou o técnico, que encerrou falando sobre a escalação do ataque da seleção paraguaia.

"Haedo Valdez é o ídolo da torcida, e é lógico que, se está fora, as pessoas vão querer que ele esteja em campo, e Roque Santa Cruz tem a obrigação de passar a ser o maior artilheiro da história do país", afirmou.

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