Meia argentino, depois de série de lesões, ganha sequência de jogos com Celso Roth

Escudero contraria o perfil do jogador argentino. Ao invés de comunicativo, brigador e até mesmo folclórico, o meia do Grêmio é tímido, calmo e discreto. Acrescente-se a isto a troca de clube, país e cultura e pronto: a adaptação difícil ganhou ares de novela.

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Só após cinco meses o atleta consegue mostrar o futebol que fez o time gaúcho contratá-lo do Boca Juniores e, consequentemente, virar referência no time de Celso Roth. Foi o que aconteceu na goleada sobre o Atlético-PR e o que ele espera repetir diante do Bahia, na quinta-feira, em Salvador.

"Não mudou nada. Sou o mesmo. Sou assim desde o primeiro momento. Vai ser difícil mudar. Tem que ter um período de adaptação. Sempre confiei nas minhas condições, que poderia jogar bem", comentou o atleta.

Além de estar adaptado ao sistema de jogo de Roth, no 4-2-3-1, com três meias alinhados , Escudero se livrou dos problemas físicos. O jogador teve série de lesões com Renato Gaúcho e, fora de fora, não conseguiu aproveitar as chances dadas por Julinho Camargo.

"Quando o Grêmio o contratou, eu treinava o Internacional, e lá comentamos sobre isso. Ele tem muita qualidade técnica, é rápido, um grande jogador. Quem tem um atleta assim, tem que criar jogadas para ele. E, mesmo que ele não fale, parece estar feliz", avaliou Roth.

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