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No Arsenal desde 1996, treinador começa a balançar no cargo com jejum de títulos e goleada elástica

AFP
Apesar do momento ruim, torcedores ainda acreditam em Wenger para recolocar o time de volta à briga por títulos
O clássico entre Arsenal e Manchester United foi catastrófico para o time londrino. A derrota por 8 a 2 , a maior na história do confronto, aumentou a pressão sobre o técnico Arsene Wenger, contestado pela recente falta de títulos de sua equipe. Apesar disso, o comandante dos Gunners tentou manter a calma após a partida, e já começa a pensar em uma reação.

"Nós sofremos fisicamente no segundo tempo. Eles [Manchester United] têm classe, e nos puniram. Acabamos nos abrindo, e eles não perdoaram", analisou o comandante na coletiva depois da partida.

Para Wenger, o momento pede menos palavras e mais ação. "Temos que resolver nossos problemas, e, no momento, não devemos falar muito", bradou. "Depois de um jogo como esse, a dor é terrível. Era um jogo especial, e machuca", lamentou o comandante.

Sem Fábregas e Nasri, negociados com Barcelona e Manchester City, respectivamente, o clube inglês tem dinheiro para investir em contratações, mas trabalha com cautela. Segundo Wenger, um atacante deverá ser anunciado em breve.

"Estamos finalizando o acerto para contratar um atacante, mas ainda buscamos, também, um meio-campista e um defensor", disse o treinador, que ainda negou a possibilidade da vinda de Arteta, do Everton.

Ao final da terceira rodada do Campeonato Inglês, o Arsenal ainda não venceu na competição - foram duas derrotas e um empate. Além disso, o clube agora possuiu a defesa mais vazada da competição, com dez gols sofridos, e encontra-se na 17ª colocação, já na zona de rebaixamento.

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