Gols de Ayoví e Benítez garantiram a vitória com gosto de revanche sobre os venezuelanos

A seleção equatoriana fracassou na disputa da Copa América de 2011, tendo sido eliminada na primeira fase. Mesmo assim, a torcida não desistiu e foi a Quito para incentivar o time que venceu a Venezuela pelo placar de 2 a 0 na estreia pelas Eliminatórias da  Copa do Mundo de 2014 .

Com gols de Ayoví e Benítez ainda no primeiro tempo, o Equador dominou do início ao fim, sem dar espaço para os venezuelanos contra-atacarem. Por isso, antes do fim da primeira etapa, os torcedores gritavam "olé" das arquibancadas, como uma tentativa de vingança.

Isso porque, na Copa América da Argentina disputada em julho, o Equador, além de empatar com o Paraguai e ser derrotado pelo Brasil, também perdeu para a própria Venezuela, que fez uma campanha surpreendente na competição.

O Jogo - O gosto de vingança e a vontade de se restabelecer como uma das forças do futebol sul-americano para retornar à disputa da Copa do Mundo, em 2014, no Brasil, era nítido nas expressões dos equatorianos, que buscavam o gol a todo momento e corriam de um lado a outro buscando as melhores oportunidades.

Logo aos dez minutos, Ayoví arriscou de longe, mas a bola saiu pela linha de fundo. Apenas quatro minutos depois, o mesmo Ayoví marcou de cabeça e abriu o placar a favor do Equador, que já vinha melhor na partida. Mais tarde, Benítez não perdoou e aumentou a vantagem dos anfitriões.

No segundo tempo, mais tranquilizado pelos dois tentos convertidos, o time equatoriano resolveu ficar com a bola nos pés e não arriscar o placar. A troca de passes rápida e insinuante deu o tom do que viria das arquibancadas: "Olé!".

Mesmo tendo feito as três alterações por opção própria, o Equador se manteve pressionando e terminou a partida com o saldo de 23 finalizações contra apenas oito dos venezuelanos.

Apesar do domínio absoluto, faltou capricho na hora da finalização e o lance que pode ilustrar esse fato ocorreu próximo do apito final, quando Ayoví fez boa jogada pelo flanco e passou para o ex-Atlético-MG Edison Méndez, que parou, pensou e não finalizou.

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