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Futebol
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Antes renegada, Copa América terá times com o que há de melhor

Favoritos, Argentina e Brasil levarão força máxima para o torneio, que começa nesta sexta-feira

Marcel Rizzo e Paulo Passos, enviados iG a Los Cardales |

Com o melhor jogador do mundo, a maior revelação do futebol brasileiro, o melhor da última Copa e sem nenhum pedido de dispensa nas principais seleções, a Copa América inicia nesta sexta-feira com um cenário raro nas últimas edições. O torneio terá seus times com o que eles há de melhor.

Sempre favoritos, Argentina e Brasil tiveram dificuldades nas últimas edições para contar com seus principais jogadores. A seleção brasileira, por exemplo, disputou a Copa América de 2004 com um time B e a de 2007 sem Kaká e Ronaldinho, últimos brasileiros a levarem o melhor do mundo da Fifa. Mesmo assim, venceu as duas.

Veja também: infográfico conta a história da Copa América

Já a Argentina esteve com o que tinha de melhor na última edição do torneio. Em 2004, porém, não contou com Riquelme e Crespo, principais jogadores do país na época. Em 2001, a seleção argentina chegou a não disputar a Copa América, alegando falta de segurança na Colômbia, país sede.

Agora jogando em casa, a Argentina tenta levar um título que não conquista desde 1993. Para isso, conta com o melhor jogador do mundo, Lionel Messi, e outras estrelas que já brilharam no futebol europeu como Tevez, Agüero, Milito e Di Maria. “Temos que ganhar a Copa América, sim ou sim, não há outra alternativa. Mas vai ser muito duro”, chegou a firmar o agora titular Carlos Tevez.

Já a melhor seleção sul-americana no último Mundial, o Uruguai também chega à Argentina com mesma base de jogadores que ficou em quarto lugar na África do Sul. Diego Fórlan, melhor jogador da última Copa, é a principal referência do time.

Mano com time A

iG
Brasil já foi até campeão da Copa América sem seus principais jogadores
Diferentemente de seus antecessores, que enfrentaram problemas com dispensas antes das últimas edições da Copa América, Mano Menezes pôde escolher quem tinha de melhor para sua equipe. Apostando em jogadores jovens como Neymar, Ganso e Pato, o técnico fez questão de chamar também atletas mais experientes para a sua primeira competição oficial à frente da seleção. Casos, por exemplo, de Lúcio e Julio Cesar.

Apesar de ter um “time A”, Mano evitou classificar a Copa América como teste para o seu trabalho. “Vamos considerar ela como uma etapa do trabalho, não estamos colocando como teste. Mas é uma referencia para nós sairmos com valores significativos de avaliação”.

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