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Antes do milésimo jogo, Rogério Ceni quase esquece as filhas

Goleiro admitiu que deixou Clara e Beatriz no vestiário antes de subir ao campo para enfrentar o Atlético-MG, no Morumbi

Mário André Monteiro, iG São Paulo |

"Foi o encerramento da forma que eu imaginava". E foi mesmo. Rogério Ceni admitiu que temeu pela sua festa do milésimo jogo com a camisa do São Paulo, mas enalteceu a postura da equipe diante do Atlético-MG, nesta quarta. O triunfo por 2 a 1 coloca o time paulista na liderança provisória do Campeonato Brasileiro, um ponto à frente do Corinthians, que joga nesta quinta. 

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"Houve disposição. Não tiveram aqueles minutos ruins como contra o Fluminense. Nós começamos com um ímpeto diferente. Com relação a isso, fico satisfeito. Não foi um jogo brilhante tecnicamente, mas todo mundo lutou, brigou, conseguimos o objetivo que era ganhar. Foram mais de 63 mil pessoas, fico feliz. Quero agradecer o carinho, a manifestação, quero agradecer ao clube pela organização, pelas pessoas que não conseguiram vir ao jogo", falou o goleiro.

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AE
Rogério Ceni entrou em campo com suas duas filhas, Clara e Beatriz
Quando subiu ao campo, Rogério foi recepcionado por mil crianças que formaram um grande cordão em volta do gramado. O camisa 1 disse que quando suas filhas, Clara e Beatriz, souberam que haveria uma grande quantidade de crianças na festa, resolveu levá-las ao jogo. E ainda cometeu uma gafe com elas, ainda no vestiário.

"Elas são os amorzinhos da minha vida. Não fico muito tempo com elas, não consigo ir nos eventos que elas têm. E esqueci elas no vestiário antes de subir ao gramado. Cumprimentei todo mundo e já estava indo para o jogo, ai alguém me avisou que eu tinha esquecido elas, ai voltei e peguei para que elas pudessem entrar com o pai", comentou.

Depois do duelo, Rogério Ceni fez questão de abraçar efusivamente o atacante Dagoberto, autor do segundo gol da equipe na partida. De acordo com o goleiro, o tento do camisa 25 evitou uma frustração de todos os torcedores são-paulinos.

"Eu e mais 63 mil pessoas sairiam frutradas com outro resultado que não fosse a vitória. Nos queriamos muito retribuir esse carinho do torcedor. E o Dagoberto, com o gol, proporcionou essa alegria. O abraço foi para retribuir isso dele", contou.

Quando questionado sobre o fim da sua carreira, Rogério admitiu que poderá repensar sua aposentadoria. A princípio, o contrato do capitão com o São Paulo vai até o final de 2012, mas, dependendo de como o time estará até lá, a carreira poderá ser prolongada por mais um ano.

"Vivo de vitórias, conquistas e títulos. Esse é o combustível que me dá ânimo para continuar. Acredito que em setembro ou outubro do ano que vem temos uma resolução. Mas não temos certeza do que vai acontecer", avisou Ceni.

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