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Ano novo, problema velho: Falta de chute a gol preocupa o Inter

Time repete o erro de 2010 quando tinha muito tempo de posse de bola, mas acabava fazendo poucos gols

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

Gabriel Cardoso
Zé Roberto é candidato para resolver o problema de ligação do meio-campo com o ataque
A primeira derrota do time principal do Inter na temporada reacendeu uma discussão muito frequente em 2010: A falta de efetividade do ataque. No ano passado o time foi muito cobrado pela solidão de Alecsandro no esquema tático 4-2-3-1. Na partida contra o Veranópolis neste domingo foi Leandro Damião quem desempenhou a função, e a questão voltou a ser feita.

“Quando se ganha todos concordam com tudo, quando não se está em um bom momento aparecem as críticas. Vocês contaram quantas oportunidades nós tivemos no jogo e quantas o adversário teve? O importante é termos presença na área, errar o gol é uma consequência”, respondeu o técnico Celso Roth.

O que era dito em 2010 é que com cinco jogadores no meio-campo e só um na frente o Inter ficava bastante com a bola, mas acabava não consolidando este domínio no placar por causa da presença de apenas um atacante. Os números comprovam a tese. Conforme dados do Footstats o clube gaúcho foi o segundo com maior média de posse de bola no Brasileirão do ano passado, mas apenas o 11º melhor ataque.

“Tivemos situações claríssimas de gol e não fizemos. Nosso time sofreu de falta de finalização. O Veranópolis foi efetivo e está de parabéns. Contra os times grandes os times do interior sempre crescem”, avaliou Celso Roth.

Quem admitiu a falha foi o lateral-direito Nei. O jogador confirmou que o excesso de posse de bola não está sendo transformado em domínio no placar.

“O time tem muita posse de bola e produtividade, mas sabemos que seguimos concluindo pouco a gol. Estamos tentando melhorar”, contou.

Celso Roth ainda está sendo prejudicado pela ausência de atletas. Zé Roberto, na vitória contra o Juventude, conseguiu exercer bem a ligação entre meio-campo e ataque. Porém, o jogador estava machucado neste fim de semana. Rafael Sóbis e o jovem Eduardo Sasha também realizam função semelhante em campo, mas estão no departamento médico.

Pelo menos Zé Roberto deve estar a disposição para a estreia da Libertadores, dia 16 de fevereiro, contra o Emelec no Equador. Até lá o argentino Fernando Cavenaghi tem grande possibilidade de também estar liberado para jogar.
 

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