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Andrés rebate presidente de Conselho corintiano e fala em desrespeito

Em nota divulgada no site oficial do clube, mandatário demonstra indignação após afirmação de que obra do Fielzão seria caixa-preta

iG São Paulo |

Após ver o presidente do CD (Conselho Deliberativo) do Corinthians , Carlos Senger, cobrar esclarecimentos sobre o custo do Fielzão e definir o futuro estádio como “caixa preta”, Andrés Sanchez , presidente do clube, respondeu com indignação. Sem citar valores, o mandatário classifica, em nota divulgada no site oficial corintiano, as declarações de Senger como grosseiras, desrespeitosas e ofensivas.

“A grosseria, o desrespeito e as agressões são apenas lamentáveis. A diretoria tem profunda reverência pela autoridade dos poderes do clube, entre os quais o CD. Jamais se furtou e jamais se furtará a prestar as devidas informações sobre quaisquer questionamentos formulados por Conselheiros”, diz o documento assinado por Andrés.

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“No que tange à questão do tão sonhado estádio, a diretoria, com evidente razão, não tem o menor interesse em esconder qualquer informação dos conselheiros. Seguramente, esse é o Estádio mais fiscalizado da história. O detalhamento da operação do estádio foi feito paulatinamente ao CD”, prossegue a nota.

A resposta do presidente corintiano vem uma semana após declarações fortes de Senger. “Os conselheiros têm não só o direito, como o dever de conhecer em todas as minúcias o tipo de operação que o clube está fazendo”, afirmou o presidente do CD.

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“É preciso que o presidente Sanchez entenda que uma de suas obrigações estatutárias é justamente prestar informações ao Conselho Deliberativo sobre o que lhe é argüido. As negociações com a empreiteira Odebrecht e o Corinthians têm, necessariamente, que ser as mais cristalinas possíveis. O contrato a respeito não pode ser uma caixa preta”, cobrou Senger.

A polêmica foi iniciada após a publicação de uma entrevista de Sanchez à revista "Época" da última semana. Nela, o mandatário corintiano falou sobre o preço previsto para o Fielzão. “Quem fez o estádio fui eu e o Lula. Garanto que vai custar mais de R$ 1 bilhão . Ponto. A parte financeira ninguém mexeu. Só eu, o Lula e o Emílio Odebrecht [presidente do Conselho de Administração da Odebrecht]”, afirmou o cartola.

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