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Andrés reafirma autonomia e volta a cutucar Mano Menezes

Diretor de seleções da CBF diz que pode trocar técnico da seleção sem o aval de Marin e cobra definição de grupo

iG São Paulo |

Getty Images
Andrés Sanchez está na CBF desde dezembro, quando foi chamado por Teixeira
O diretor de seleções da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Andrés Sanchez, voltou a dar mostras de que não vai agir como um escudo para aliviar a pressão sobre o técnico Mano Menezes. Muito pelo contrário.

Em entrevista ao programa "Cartão Verde", da TV Cultura, nesta terça-feira, Andrés fez questão de confirmar sua autonomia para trocar o técnico da seleção brasileira e criticou a demora de Mano em definir um grupo para a Copa 2014. "Tenho autonomia total para trocar o treinador. Isso é parte do negociado quando aceitei o cargo", disse.

Ao ser questionado sobre a situação de Mano Menezes, o dirigente não aliviou. "Não sou hipócrita. A seleção não está bem, está todo mundo vendo. Tem de ter um grupo, tem de definir alguns atletas...", bradou, deixando claro estar mais preocupado com o surgimento de novos nomes para atuar ao lado de Neymar e cia. "E não adianta falar em Kaká agora. Se o Kaká estiver bem um mês antes da Copa está bom..."

Leia ainda: Presidente da CBF não banca Mano em caso de fracasso nos Jogos

O ex-presidente do Corinthians aproveitou para afirmar que tem um bom relacionamento com José Maria Marin, herdeiro da vaga deixada por Ricardo Teixeira. "O Marin está fazendo muito bem isso, de chamar federações e clubes para conversar. Não adianta agora falar em liga dos clubes, em acabar com a CBF. O Marin está chamando todos para conversar, para pensar no futebol brasileiro a longo prazo."

A escolinha do Barcelona
Andrés Sanchez voltou ao tema que provocou polêmica nos últimos dias: a suposta supervalorização da "escola Barcelona" de atuar. O dirigente chegou a chamar tal estilo de "balela".

Veja mais: Para Andrés, escola do Barcelona é 'balela'

"Claro que o Barcelona é um time respeitável, mas há uns 12 anos ninguém falava em 'escola Barcelona de categorias de base'", afirmou. "Não é todo ano que aparece um Xavi, um Messi, um Iniesta."

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