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Andrés diz que poder público não tem nada que investigar estádio

Presidente corintiano disse que empreendimento privado está dentro da lei e por isso não precisa ser questionado

iG São Paulo |

Bruno Winckler
Andrés diz que poder público não precisa se preocupar com estádio
O presidente do Corinthians , Andrés Sanchez, disse em entrevista à revista Época que o poder público não tem nada que acompanhar o andamento das obras do estádio do clube em Itaquera. Ele alega que tudo que era para ser feito dentro da lei já foi feito e que por isso, a partir de agora, é só esperar o curso normal da construção para se ter o estádio construído.

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"Isso é uma coisa privada. O poder público não tem que se preocupar com nada do estádio do Corinthians. Tudo foi negociado o Ministério Público, foi negociado com a secretaria do Meio Ambiente, tudo certinho. Não poderia começar o estádio sem isso. Já iam falar ‘como começou sem ter essa licença?’. Ser grande tem lado bom e ruim. Estão fazendo 12 estádios, e o único que foi mostrado ao vivo para todo o Brasil foi o do Corinthians. Imagina se vou fazer alguma coisa errada", disse Andrés.

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A normas ambientais e licenças técnicas da secretaria de Habitação do munícipio de São Paulo estão regularizadas, mas todas foram dadas em um tempo recorde para a construção de um empreendimento desse porte. O orçamento do estádio está previsto para R$ 700 milhões e terá mais fde 65 mil lugares, número pedido pela Fifa para que o estádio abrigue a abertura da Copa do Mundo de 2014 .

Andrés se irrita quando ouve sobre a agilidade do poder público em conceder ao clube todas as licenças necessárias para a construção do estádio. "Querem saber de política, se o Lula ajudou, se o governador passou na frente e fez coisa errada. Vai lá perguntar para o governador e não para mim", reclamou.

"Que fique bem claro que não é um cheque em branco da cidade para o Corinthians, e sim um investimento para a Zona Leste. A assinatura do Corinthians com a Odebrecht não depende disso, e sim a abertura da Copa do Mundo", afirmou o mandatário, depois da vitória do Corinthians contra o São Paulo , nos vestiários do Pacaembu.

O presidente corintiano espera que até o dia 5 de julho a Câmara dos Vereadores vote o projeto de lei que dará ao Corinthians os incentivos fiscais necessárias se fechar a conta do estádio . Tal ajuda é necessária para o que o clube feche com a BNDES um empréstimo de R$ 400 milhões com a Odebrecht como avalista e assim apresente à Fifa até o dia 11 de julho os documentos que comprovem a viabilidade financeira da obra.

"Tirando 30% da população, todo mundo é contra o Corinthians. Sabem que o Corinthians está se tornando muito mais forte do que era e isso incomoda muita gente", argumenta Andrés.

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