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Futebol
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Andrés diz que Palmeiras e jornal criaram polêmica de arbitragem

Presidente corintiano minimizou escolha de Paulo César de Oliveira para comandar o clássico deste domingo

Bruno Winckler, iG São Paulo |

Na véspera do jogo contra o Palmeiras, no Pacaembu, neste domingo, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, concedeu entrevista coletiva no CT do Parque Ecológico e minimizou a polêmica da semana: a escolha do árbitro Paulo César de Oliveira para apitar o dérbi. Segundo reportagem do "Jornal da Tarde", de quinta-feira, o árbitro seria o escolhido por recomendação do Corinthians. O sorteio, que aconteceu naquela tarde na Federação Paulista, confirmou a notícia dada pelo jornal.

"O que o jornalista (do "Jornal da Tarde") fez foi para jogar pressão no árbitro e dando desculpa para uma derrota. É um sorteio público. Vou dar seis números para ele. Todos sabiam que era 15, 16 árbitros. Tem oito árbitros. Agora nêgo (sic) já fala que a bolinha é quente. Então a Mega Sena é mentira. Só no futebol tem essas desconfianças. Ninguém combinou nada. Foi um meio de pressionar o árbitro", disse Andrés, que também acusou o Palmeiras de pressionar o árbitro, proibido pela FPF de dar entrevistas.

"O Felipão faz parte do processo. O (Roberto) Frizzo, como diretor e vice do Palmeiras falou uma asneira. O Corinthians já foi prejudicado e beneficiado. Amanhã se ele (Paulo César) errar para o Corinthians vai ter de sair preso", provocou.

Na entrevista desta manhã, o presidente corintiano também confirmou o fim do acordo de cavalheiros com o Palmeiras que existia quando Luiz Gonzaga Belluzzo era o presidente palmeirense. Neste acordo, ficou acertado que em jogos no Pacaembu, o mandante sempre cederia o tobogã para o visitante. No jogo deste domingo, a torcida do Corinthians, em minoria, usará apenas a parte do estádio que tradicionalmente ocupa os visitantes, ao lado das numeradas.

"O acordo com o Palmeiras está rompido. Não tem mais. No próximo jogo vai ser recíproco", disse Sanchez.

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