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Andrés cita sua mãe para negar gastos de R$ 1 bi no estádio

Presidente prevê início das obras na terça e diz que nem se sua mãe estivesse "naquele lugar" poria R$ 1 bilhão no "Fielzão"

Bruno Winckler, iG São Paulo |

O presidente Andrés Sanchez disse neste sábado que “no mais tardar” terça ou quarta-feira as obras do estádio do Corinthians em Itaquera terão seu início. Ele negou, contudo, que os valores que serão gastos nas obras possam a chegar a R$ 1 bilhão, como declarou recentemente o gerente de marketing, Luís Paulo Rosenberg. Segundo Andrés, o valor do estádio segue sendo de no máximo R$ 700 milhões.

“Mas nem que minha mãe estivesse naquele lugar gastaria R$ 1 bilhão”, disse Andrés, fazendo alusão a um prostíbulo.

AE
Andrés promete início das obras para terça ou quarta

“O Corinthians reviu algumas coisas no último orçamento e o estádio não vai sair mais do que R$ 10 mil por assento. Não temos nenhuma ajuda além da Odebrecht e do incentivo fiscal da Zona Leste desde 2003 e 2004. Terça ou quarta, no mais tardar, as obras vão começar”, disse Andrés, antes de rechaçar a possibilidade de superfaturar a obra chegando a valores na casa do bilhão de reais.

O estádio que deve abrir a Copa de 2014 foi projetado inicialmente com capacidade para 48 mil pessoas e avaliado em R$ 335 milhões, valor que Corinthians e Odebrecht, parceria na obra, pegariam no BNDES (a construtora seria a avalista).

O custo seria bancado pela venda do “naming rights” – a diferença seria paga pelo clube, com carência de três anos após a construção ser finalizada, o que nas contas resolveria o problema porque já teria ativos para vender (camarotes, cadeiras e receitas de bilheteria e estacionamento).

O custo aumentou quando o estádio foi indicado pelo governo paulista como a sede do estado para a Copa de 2014 e, consequentemente, para abertura do Mundial. Por questões econômicas, Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados) e COL (Comitê Organizador Local) preferem São Paulo para receber o jogo inaugural. O problema é que foi preciso alterar o projeto, de 48 mil para 65 mil espectadores, o que aumentou o preço para cerca R$ 700 milhões.

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