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Americana lamenta saída de Edinho, mas crê em projeto

Marcos César Xavier, gerente de futebol do clube, diz que decisão de sair foi tomada pelo treinador

Gazeta |

Sensação no início deste Campeonato Paulista, quando chegou a assumir a liderança do torneio, o Americana teve uma queda brusca nas últimas três rodadas. Com as derrotas para Mogi Mirim, Ponte Preta e Santo André, o técnico Edinho Nazareth pediu demissão do clube e deu lugar para Toninho Cecílio. Segundo a diretoria do clube paulista, no entanto, a saída do comandante não estava nos planos da equipe, que aprovou o desempenho do ex-zagueiro da seleção brasileira.

"Ele pediu demissão após a derrota para o Santo André. A gente (diretoria do Americana) tentou fazer com que ele mudasse de idéia, mas ele achou que era o momento de sair para motivar mais o grupo e dar chance para alguém tirar mais dos jogadores", explicou Marcos César Xavier, gerente de futebol do clube.

Edinho assumiu a equipe do interior paulista quando ela ainda tinha sede em Guaratinguetá, em outubro do ano passado. Com duas vitórias, três empates e quatro derrotas, o treinador teve trabalho para fazer com que o time se livrasse do rebaixamento no Campeonato Brasileiro da Série B, fato que só se confirmou na última rodada, em vitória dramática sobre o campeão Coritiba, fora de casa, por 3 a 2.

Neste Campeonato Paulista, Edinho deixou a equipe, que se mudou para Americana no início do ano, na oitava colocação (caiu para nono após o complemento da rodada), com 16 pontos em doze jogos (cinco vitórias, um empate e seis derrotas). Para Marcos César Xavier, apesar da queda nas últimas partidas, Edinho deixou uma boa impressão para os dirigentes.

"O trabalho foi bom. Ele pegou a equipe em uma situação difícil e conseguiu manter o time na Série B, o que era um dos nossos objetivos. Tivemos um excelente início de Campeonato Paulista, com um rendimento acima do esperado, mas o time caiu nos últimos jogos e o Edinho achou melhor sair. Ele é um treinador experiente, um cara que já disputou três Copas do Mundo como jogador (1978, 1982 e 1986), então a gente respeita a opinião dele. Mas, por nós, ele teria ficado", afirmou o gerente de futebol.

Para finalizar, o dirigente negou qualquer tipo de dificuldade de relacionamento entre Edinho e os jogadores do Americana, e aproveitou para fazer um mea culpa em nome da diretoria.

"O clima era muito bom entre o Edinho e os jogadores. Tivemos dois jogos que não jogamos bem (contra Mogi Mirim e Ponte Preta), já que eu acho que o time foi bem contra o Santo André, mas os resultados não vieram, e a gente sabe que, quando eles não vêm, sempre tentam achar um culpado. Nesse caso, o Edinho achou melhor sair, mas todos nós somos culpados, os atletas, o técnico e a diretoria", completou.

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