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América-MG defende um tabu de seis partidas diante do Atlético-MG

Última vitória atleticana foi em 2007, desde então foram quatro empates e dois triunfos do time americano

Victor Martins, iG Belo Horizonte* |

Flickr/Clube Atlético Mineiro
Na primeira fase do Mineiro o América venceu o Atlético por 2 a 1, na Arena do Jacaré
Apesar de jogar por dois empates para garantir uma vaga na final do Campeonato Mineiro, o Atlético-MG quer vencer o América-MG neste domingo e aumentar a sua vantagem. Porém, já são seis jogos sem vencer o rival. A última vez que o clássico terminou com vitória do time alvinegro foi em 2007, quando o Atlético-MG venceu por 2 a 0, com gols de Danilinho e Tchô, pela primeira fase do estadual.

Desde então foram cinco jogos pelo Mineiro e um amistoso. Em 2008 as duas equipes não se enfrentaram, já que o América-MG estava no Módulo 2 do estadual. No ano seguinte, logo na primeira rodada, um empate sem gols. Novamente na rodada de abertura, mas em 2010, um novo empate, dessa vez em 1 a 1.

No ano passado foram disputados mais três jogos. As duas equipes se encontraram nas quartas-de-final do Mineiro. Assim como agora, o Atlético-MG jogava pelos empates e foi beneficiado pelo regulamento. Depois dos empates em 3 a 3, no Mineirão, e em 2 a 2, no Ipatingão, o time comandado por Vanderlei Luxemburgo avançou na competição, que seria conquistada logo a seguir. Ainda em 2010, em amistoso na Arena do Jacaré, o América-MG venceu por 1 a 0, com gols de Marcos Rocha.

Já em 2011, no último encontro entre os dois, o América-MG voltou a vencer, por 2 a 1. O Atlético-MG saiu na frente com gol de Neto Berola, mas o time americano empatou e virou com gols de Fábio Júnior. Para o volante Serginho, do Atlético-MG, está na hora de quebrar o tabu.

“Tem anos que o América vem sendo essa pedrinha no nosso sapato. Vamos respeitá-los, lógico, mas é uma situação diferente, um ano diferente, um momento diferente. Temos que fazer uma boa partida e tentar aumentar a vantagem já no primeiro jogo, para chegar no segundo mais tranquilo. Não que a gente vá perder a responsabilidade, mas com uma vantagem maior, vamos ficar mais tranquilos”.

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