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Altitude de Manizales não preocupa Cruzeiro na Libertadores

Comissão técnica fez um estudo sobre a cidade colombiana, que fica a 2.150 metros acima do nível do mar

Frederico Machado, iG Belo Horizonte |

Além do Once Caldas, o Cruzeiro enfrenta um temido adversário na cidade de Manizales na próxima quarta-feira: a altitude. A comissão técnica cruzeirense não acredita que os 2.150 metros de altitude da cidade colombiana possam influenciar no desempenho do time e até conversou com outras equipes que por lá já passaram para atestar isso.

O preparado físico do Cruzeiro, Robson Gomez, revelou que fez um estudo sobre os efeitos da altitude em Manizales assim que o adversário do time mineiro nas oitavas de final foi conhecido.

“Eu fiz um estudo sobre o próximo adversário, sobretudo em relação ao aspecto físico, se haveria alguma alteração. Consultamos alguns profissionais que já jogaram contra o Once Caldas na Colômbia, inclusive o próprio Cuca. Contatamos o pessoal do São Paulo, que já enfrentou o time colombiano em outras edições da Libertadores. O preparador físico do Atlético-PR, Carlinhos Neves, e também o Turíbio (Leite de Barros), que era fisiologista do São Paulo na época.”, disse Robson Gomes ao site oficial do Cruzeiro.

De acordo com os estudos da comissão técnica cruzeirense, os efeitos da altitude a 2.150 metros não são preocupantes para a saúde dos atletas. “Chegamos à mesma conclusão que o Departamento de Fisiologia do Cruzeiro, com o Eduardo Pimenta. As alterações se acentuam a partir de 2.800 metros. É claro que vamos ficar sempre atentos, talvez mude um pouco a velocidade da bola, mas nada que seja tão drástico”, minimizou Robson Gomes.

Cuca, que já enfrentou o Once Caldas em Manizales em 2004, afirmou que o que pesa mesmo lá é a pressão da torcida, e não a altitude. “Não, não influencia (altitude). O que influencia lá é a torcida, que comparece em massa e o time do Once Caldas, que é um time bom. Na primeira fase ele foi o último dos segundos colocados porque, em três partidas, levou gols depois dos 45 minutos. Se não tivesse ocorrido isso, tinham se classificado em primeiro lugar no grupo deles com folga”, ressaltou o treinador.
 

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