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Alecsandro quer usar Sul-Americana para ganhar ritmo de jogo

Atacante reconhece que lesão muscular facilitou vida de Elton na briga pela vaga de titular no elenco do Vasco

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Convencido que a lesão muscular que o deixou fora de combate por sete partidas o prejudicou na briga com Elton pela posição de titular, Alecsandro quer aproveitar a Sul-Americana para ganhar ritmo de jogo. Pelo Campeonato Brasileiro, o atacante ficou no banco de reservas nos últimos dois jogos e sequer foi aproveitado. Assim, a competição continental tem lhe servido de consolo, já que é uma maneira de ganhar condicionamento. O jogador está relacionado para o compromisso desta quarta-feira, em Lima, no Peru, contra o Universitário.

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Na última quarta-feira, ele foi o personagem central da goleada de 8 a 3 sobre o Aurora, da Bolívia. Depois de ser vaiado – perdeu gol feito que resultou em contra-ataque e gol do adversário -, marcou duas vezes e ainda deu passe para o de Leandro. Na luta para estar no mesmo nível dos companheiros na reta final do Brasileiro, o camisa 9 quer recuperar o tempo perdido.

"Vinha num bom momento, mas tive a lesão e fiquei fora muito tempo. Sei que hoje não estou no meu melhor momento, então é bom aproveitar estes jogos para ganhar ritmo de jogo. Quero participar e logo me sentir bem novamente".

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Sobre o episódio de quarta-feira, o atacante voltou a defender o torcedor. Evitou as críticas, mas lembrou que até ídolos como Felipe não escapam a ira da torcida quando as coisas não dão certo.

"Ele (torcedor) quer ver gol, às vezes não olha taticamente. Ele quer cobrar. Já fui torcedor um dia, sei como é. Acho que aqui no Vasco só Dedé, Rômulo e Fernando Prass não foram vaiados. Felipe, que é ídolo, foi vaiado. Elton e Fágner já foram também. E até o Diego Souza...Foi parar até no banco, depois chegou à seleção (brasileira), mas foi vaiado", comentou o atacante, elogiando Felipe, que na sexta-feira pediu publicamente que o torcedor não pegasse mais no pé do camisa 9.

"Queria agradecer as palavras do Felipe. Jamais vi um jogador pedir a palavra para defender um companheiro sem o outro saber. Ele comprou uma briga que não era dele. Foi uma atitude não só de homem, mas de um líder de uma equipe".

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