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Alecsandro espera ter no Vasco a melhor média de gols da carreira

Atacante tem marca hoje superior a dos tempos de Internacional: 0,55 contra 0,45

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

O gol marcado no empate em 2 a 2 com o Atlético-PR foi o quinto de Alecsandro desde que chegou ao Vasco. Foram nove partidas pelo clube de São Januário e um aproveitamento de 0,55. Neste período, o atacante cobrou três pênaltis: dois no tempo normal, contra ABC e Cabofriense, e um no domingo, contra o Flamengo, na final do estadual decidida nos tiros livres. Converteu os três – embora este último não conte.

O jogador considera bom o seu aproveitamento nestes 48 dias de clube. E mais: pela média, espera atingir em São Januário a melhor marca de sua carreira.

Agência O Globo
Alecsandro é abraçado por Leandro na comemoração do gol contra a Cabofriense
“Estou fazendo os gols, gols importantes. Mas ainda não é o bastante. Quero mais, quero ir mais longe, ajudar o time a conseguir seus objetivos. E eu, como atacante, quero continuar fazendo gols. Até aqui, tenho a minha melhor média e espero aumentá-la”, disse o atacante.

A julgar pela sua passagem no Internacional (54 em 116 partidas, média de 0,46), os números atualmente no Vasco são mais animadores. É cedo, no entanto, para se fazer um julgamento preciso, até porque o time de São Januário disputou o estadual e somente agora tem desafios mais difíceis na Copa do Brasil. Falando a grosso modo, enfrentou adversários bem mais fracos tecnicamente. Quando a bola rolar para o Campeonato Brasileiro, os obstáculos aumentarão.

Porém, a favor de Alecsandro conta o desempenho do jogador em meio a uma fase de adaptação. Nas primeiras semanas, os gols e as atuações tinham sabor especial para o atacante, que perdia todo o tempo longe do clube cuidando de mudança e escolhendo apartamento para morar. Muitas vezes, deixava o treino ‘resmungando’ que sua vida estava de cabeça para baixo. Por tudo isso, tem curtido individualmente sua fase, projetando voos mais longos.

“Minha meta, desde que cheguei, era alcançar uma média boa de gols. Estou conseguindo. Hoje, as coisas são mais fáceis porque já me entrosei com os companheiros. No começo, a gente conhecia um ao outro dentro de campo, com a bola em jogo. Hoje é diferente”.

 

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