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Adriano e mulher baleada devem passar por acareação, diz delegado

Fernando Reis, que cuida do caso, também afirmou que a perícia foi enfática ao indicar que o tiro partiu do banco de trás do carro

AE |

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O delegado Fernando Reis, da delegacia da Barra da Tijuca (16º DP), anunciou neste domingo que deve promover uma acareação entre o jogador de futebol Adriano e Adriene Cyrilo Pinto, de 20 anos, baleada no carro dele na madrugada de sábado. O delegado disse que fará o confronto das versões para o incidente tão logo a vítima possa deixar o Hospital Barra D'Or, na zona oeste do Rio, onde permanece internada neste domingo em estado estável e sem previsão de alta. 

Leia também: Adriano presta depoimento sobre jovem baleada em seu carro

Reis também informou que a perícia foi enfática ao indicar que o tiro partiu do banco de trás do carro, onde, de acordo com testemunhas, estavam apenas as quatro amigas do jogador do Corinthians. Adriano estaria sentado no banco do carona quando o disparo ocorreu, segundo as mesmas testemunhas. 

Esta versão, porém, conflita com as primeiras declarações das mulheres presentes no carro do jogador. No depoimento inicial ao sargento Amilton Dias, Adriene e a amiga Viviane Faria de Fraga, de 23 anos, contaram que Adriano foi o autor do tiro. Segundo o relato das duas, o jogador estava no banco do carona, teria pegado uma pistola calibre 40 no porta-luvas, retirado o pente e começado a brincar com a arma, exibindo-a para elas. Em seguida, teria ocorrido o disparo acidental. 

Mas, em depoimento na 16ª DP, as outras duas mulheres que estavam no carro, Andreia Ximenez e Daniele Pena, ambas de 28 anos, afirmaram que o tiro teria sido dado pela própria vítima. E Viviane contou outra versão ao delegado: ao contrário do que havia dito inicialmente ao sargento da PM, ela depôs que Adriano manuseou a pistola, mas que não sabia precisar com quem estava a arma na hora do disparo.

Moradora de Jacarepaguá (zona oeste), Adriene passará por uma cirurgia de reconstrução na terça-feira, após ser submetida a um procedimento emergencial no sábado. A arma, que causou a fratura exposta em sua mão esquerda, pertenceria a um dos seguranças de Adriano, o policial militar reformado Júlio César Barros de Oliveira.

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