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Adilson tenta apagar fracassos que teve nos três últimos clubes

Depois da boa performance que teve pelo Cruzeiro entre 2008 e 2010, treinador não conseguiu mais emplacar um bom trabalho

Mário André Monteiro, iG São Paulo |

Apesar da pouca idade, 43 anos, o técnico Adilson Batista já é bem rodado no mundo do futebol. Antes de assumir o comando do São Paulo , o treinador dirigiu nada menos do que 13 equipes. A melhor fase da sua carreira aconteceu entre os anos de 2008 e 2010, quando conquistou dois Campeonatos Mineiros pelo Cruzeiro , além de ter batido na trave na Copa Libertadores, ficando com o vice-campeonato.

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Adilson Batista, novo técnico do São Paulo
Depois que deixou o time de Belo Horizonte, Adilson Batista não se reencontrou mais dentro da profissão. Colecionou fracassos em Corinthians , Santos e Atlético-PR , sendo bastante criticado nos seus trabalhos pós-Cruzeiro. Agora no clube do Morumbi, ele tem a chance de dar a volta por cima.

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A derrocada do treinador começou há exatamente um ano, em julho de 2010. Na ocasião, Adilson foi contratado pelo Corinthians para substituir Mano Menezes, que tinha acertado com a CBF para ser técnico da seleção brasileira. O time alvinegro era o líder do Campeonato Brasileiro, mas logo na estreia de Adilson, a equipe empatou com o Palmeiras e perdeu a ponta para o Fluminense, que se tornaria o campeão.

A demissão do cargo no Corinthians aconteceu depois de uma inesperada derrota diante do Atlético-GO, no Pacaembu, por 4 a 3. O técnico deixou o time no mês de outubro com um aproveitamento de menos de 50%, tendo conquistado sete vitórias, quatro empates e seis derrotas.

No final de 2010, Adilson Batista assumiu o Santos, mas o objetivo era dirigir o clube na Libertadores do ano seguinte, começando o trabalho do zero. Apesar de ter sofrido apenas uma derrota no comando da equipe - foram mais cinco empates e cinco vitórias -, Adilson nunca foi uma unanimidade na Vila Belmiro. Sob seu comando, o time  teve aproveitamento de 60,6% dos pontos.

A fraca campanha na Libertadores, onde o Santos quase foi eliminado na primeira fase, e o baixo rendimento dos principais jogadores da equipe foram fundamentais para a demissão do técnico em fevereiro deste ano, após 11 partidas.

O último clube de Adilson foi o Atlético-PR. Ele chegou ao time de Curitiba em abril, já com o segundo turno do Campeonato Paranaense em andamento. Depois de perder o título estadual para o Coritiba, o treinador não teve um bom começo de Brasileirão e colocou o cargo à disposição após a derrota para o Bahia, na Arena da Baixada, no final de junho. Pelo Atlético, o comandante acumulou 14 partidas, com quatro vitórias, quatro empates e seis derrotas.

Somando as passagens pelos três últimos clubes, Adilson Batista fez apenas 42 jogos. No Cruzeiro, foram 170 partidas. O treinador tentará repetir o sucesso que teve em Minas Gerais dirigindo o São Paulo e, para isso, precisa vencer o primeiro teste já neste sábado, contra o Atlético-GO, no Morumbi. A equipe tricolor ocupa a segunda posição no Brasileirão.

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