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Adilson defende atuação de Neymar:"Ele não é uma máquina"

Treinador gostou da participação do camisa 11 na partida e lembrou que o Táchira jogou descansado

Samir Carvalho, iG Santos |

O técnico Adilson minimizou a participação apagada do atacante Neymar no empate do Santos por 0 a 0 com o Deportivo Táchira, nesta terça-feira, no estádio Pueblo Nuevo, em San Cristóbal, na Venezuela, na estreia da equipe na Libertadores. O treinador citou a "maratona" enfrentada pelo jogador para chegar até a Venezuela, na última segunda-feira, como justificativa para o futebol pouco vistoso.

“Apesar de jovem, ele é humano, não uma máquina, e tem excepcional condicionamento. Ele jogou no sábado, depois foi comemorar, viajou, chegou na segunda-feira, almoçou, fez um treino regenerativo... Dentro de uma normalidade, achei ele uma figura importante”, afirmou Adilson Batista.

O treinador ainda destacou que o Deportivo Táchira teve uma semana de preparação para enfrentar o Santos, enquanto seu time atuou contra o Noroeste pelo Campeonato Paulista, na última sexta-feira, e enfrentou a viagem para a Venezuela no final de semana.

“Tudo isso e ainda o adversário ficou esperando a gente uma semana sem jogo. São coisas que precisamos analisar”, disse Adilson.

Entretanto, o treinador não tirou os méritos da equipe venezuelana, que jogou melhor que o Santos na segunda etapa, principalmente após a substituição realizada pelo técnico Jorge Luiz Pinto, que colocou o meia Parra na vaga do volante Casanova.

“Acho que o Táchira melhorou com a entrada do Parra. Eu já conhecia o Táchira. Sabíamos do potencial do Parra, que trouxe qualidade. Tivemos dificuldades, tentei corrigir, fiz mudanças mais de ordem tática”, disse Adilson, que colocou Adriano e Alex Sandro nas vagas de Pará e Léo, respectivamente, com a intenção de equilibrar o jogo.

“Tentei adiantar (marcação), corrigir, e foram duas trocas (Adriano e Alex Sandro) em função do adversário. Mas foi um bom jogo, duelo de Libertadores, em um campo agradável”, concluiu.

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