Treinador do São Paulo falou da sua convivência com o rival palmeirense quando atleta e pediu calma para que o time tenha sua cara

Já visando o duelo de quinta-feira contra o Bahia, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro , Adilson Batista praticamente confirmou que Jean será reserva do São Paulo na partida. Nesta terça-feira, o comandante trabalhou com o paraguaio Iván Piris na lateral direita e contou com a volta de Denilson como volante. Juan também retorna de suspensão e deverá ser titular.

Adilson Batista comanda treino no CT nesta terça
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Adilson Batista comanda treino no CT nesta terça
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"Pode ter mudança do lado do Bahia , vou conversar. Mas não foge muito do que vocês viram", disse o treinador, que justificou a ida de Jean para o time reserva e defendeu o atleta. "Eu sei da regularidade, da importância, do número de jogos que fez. Ele tem um vigor físico muito bom. E às vezes o atleta tem uma queda, isso é normal. Mas eu confio nele, a gente conversa para que todos estejam à disposição", avaliou.

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Com uma campanha regular desde que assumiu a equipe - uma vitória, um empate e uma derrota -, Adilson não estipulou prazo para fazer com que o São Paulo tenha sua cara. E culpou o calendário. "A gente fala em prazo no Brasil, mas temos que olhar o calendário. Jogando três vezes por semana, como é que você treina? O ideal é ter mais dias para trabalhar, com todos à disposição. Não vou especificar se é um número X de jogos. Tenho que vencer, ganhar, convencer... esse é o futebol brasileiro", avisou.

Adilson foi questionado sobre seu trio ofensivo, formado por Rivaldo, Lucas e Dagoberto, que não ajuda muito na marcação do adversário. Diferente de Luan , do Palmeiras , que é atacante de ofício, mas que sempre é eficiente na marcação pelo lado esquerdo. Na resposta, o técnico são-paulino brincou com Felipão e disse que Luan precisa ajudar na marcação mesmo.

"Se o Luan não acompanhar, apanha depois. Será que ele (Felipão) ouviu lá?", brincou o técnico, lembrando que o CT do Palmeiras é vizinho ao do São Paulo. "Ele me chamava na salinha dele lá e e ajudou para que eu virasse treinador. Sempre o admirei, pelo profissionalismo, conhecimento", completou Adilson, que foi zagueiro e capitão do Grêmio quando Felipão era o treinador dos gaúchos, em 1995.

O São Paulo volta a campo pelo Brasileirão às 21h (de Brasília) desta quinta-feira, contra o Bahia, no Morumbi. A equipe tenta se recuperar da derrota sofrida diante do Vasco no último domingo para encostar no líder Corinthians. Atualmente na 3ª colocação, o time de Adilson tem três pontos a menos que o rival.

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