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Futebol
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Adamu e Temarii recorrem de suspensões

Dirigentes foram impedidos de votar nas escolhas das sedes da Copa, mas ainda querem acabar com punição

AE |

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Amos Adamu e Reynald Temarii recorreram formalmente da suspensão imposta pela Fifa na sequência de acusações de corrupção envolvendo a escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022. A Fifa disse nesta quinta-feira que confirmará as datas de audiências dos dois membros do seu comitê executivo "no devido momento".

Os casos serão ouvidos pela Comissão de Recursos Independentes da Fifa, que é presidida pelo presidente da Associação de Futebol de Bermuda Larry Mussenden. A decisão da Fifa pode ser posteriormente anulada pela Corte Arbitral do Esporte, em Lausanne, na Suíça.

Adamu tenta anular uma suspensão de três anos do futebol imposta pelo Comitê de Ética da Fifa, após a revelação em novembro de que ele pediu propina de repórteres disfarçados. O funcionário nigeriano espera ser inocentado nas próximas semanas, com a intenção de buscar a reeleição para o Comitê Executivo da Fifa.

A Confederação de Futebol Africano tem a sua assembleia anual marcada para 23 de fevereiro, em Cartum, no Sudão, onde irá escolher dois de seus quatro delegados no Comitê Executivo da Fifa. Adamu aparece como um dos candidatos.

O taitiano Temarii, vice-presidente da Fifa, foi absolvido da acusação corrupção, mas recebeu uma suspensão de um ano por quebra da confidencialidade e das regras de fidelidade. Ele será substituído na presidência da Confederação da Oceania no sábado, no congresso da entidade em Samoa Americana.

Ambos os dirigentes foram impedidos de votar nas escolhas das sedes da Copa do Mundo, em dezembro. Com apenas 22 membros, o Comitê Executivo da Fifa escolheu a Rússia para sediar a Copa de 2018 e o Catar para receber a de 2022.

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