Zagueiro atuou durante treze anos no futebol italiano e afirma que seu estilo é clássico, sem rifar a bola

O zagueiro Cribari foi apresentado oficialmente na tarde dessa segunda-feira no Cruzeiro e chegou dizendo que quer mostrar seu valor no futebol brasileiro depois de treze anos na Itália. O defensor afirmou que não é de dar chutão, característica apreciada no futebol italiano.

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Cribari começou no Londrina, foi para a Europa com 17 anos e passou por Empoli, Udinese, Lazio, Siena e Napoli na Itália. O jogador falou sobre a oportunidade de voltar ao futebol brasileiro. “Já estava amadurecendo essa ideia de voltar ao Brasil há uns dois anos. Com certeza, para mim, depois de treze anos na Itália, poder vestir essa camisa é motivo de muito orgulho. Foi mesmo a grandeza do Cruzeiro que pesou nessa minha escolha de retornar ao Brasil”, afirmou Cribari.

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A última partida oficial do jogador foi na última rodada do Campeonato Italiano, no dia 22 de maio. Apesar da necessidade do Cruzeiro na posição, o jogador afirmou que precisa de um tempo para se preparar fisicamente. “Minha última partida foi na última rodada no Italiano. Depois fiquei em período de férias. Lógico que me cuidei, não tive problema com peso. Mas é normal que vou precisar de um período de preparação física. Treinei durante as férias, mas treinar com o grupo é diferente. Estou sabendo que o Cruzeiro está em uma situação de emergência, precisando. Se o Joel Santana me pedisse, tocaria em um ponto fraco, já que espírito de sacrifício nunca faltou na minha carreira”, afirmou o defensor.

O jogador se apresentou à torcida do Cruzeiro, dizendo que não costuma dar chutões. “Chutão é a diferença da maioria dos zagueiros no Brasil e o que aprendemos na Europa. Na Europa, os chutões são vaiados. Aqui eu já percebi que a torcida gosta. Aprendi a ser um zagueiro mais limpo, sair jogando. Vou ter que me adaptar. Tentar mesclar as duas coisas, aproveitando as minhas características naturais, mas também fazendo aquilo que o futebol brasileiro pede”, explicou.

Curiosamente, o jogador já passou por outros clubes de camisa azul. “Foram clubes onde tive mais sucesso. Com certeza é uma cor que me dá sorte", disse, fazendo referência ao Empoli, Lazio e Napoli. O Cruzeiro adquiriu 50% dos direitos econômicos do jogador e ele fica emprestado por um ano, com opção de renovação por mais um.

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