Técnico do Flu considera protesto uma manifestação democrática e afirma que sua preocupação é outra

Após a oitava derrota do Fluminense no Campeonato Brasileiro, os muros das Laranjeiras amanheceram pichado nesta segunda-feira. Frases com “Time sem vergonha” e “Fora, Abel” comprovam que a paciência de parte da torcida tricolor chegou ao fim. Principal alvo da ira desses torcedores, o técnico Abel Braga considera o protesto uma manifestação democrática e admite que o motivo de sua preocupação é outro.

“Isso sempre acontece de madrugada. Mas não me incomoda. O que me incomoda é minha equipe não estar vencendo. Nós estamos trabalhando duro e infelizmente os resultados não estão aparecendo. Sem querer ser repetitivo, o torcedor é soberano e tem todos os motivos para se manifestar de forma civilizada, sem violência. É uma manifestação democrática”, afirmou o comandante tricolor.

Siga o Twitter do iG Fluminense e convide os seus amigos

Há pouco mais de dois meses no comando do Fluminense, Abel reconhece que seus números à frente do campeão brasileirão são decepcionantes. Com cinco vitórias e sete derrotas, o treinador assume a responsabilidade do mau momento tricolor, mas aposta na recuperação da equipe.

“Sou responsável pelo momento, mas confio plenamente no meu grupo. Estamos buscando uma melhora a cada dia, mas não estamos conseguindo vencer os jogos e isso frustra ainda mais essa procura. Mas sempre que formo grandes ambientes nos clube por onde eu passo, eu sempre defendo meus jogadores até a morte”, disse Abel.

Abel reconhece que o bom momento vivido pelos três rivais cariocas tem aumentado ainda mais a pressão sobre seu trabalho.

Entre para a Torcida Virtual do Fluminense e convide seus amigos

“É claro e óbvio que o bom momento de Flamengo , Botafogo e Vasco potencializa esse mau momento do Fluminense e só aumenta a pressão. Nós teremos dois clássicos regionais nas próximas quatro rodadas e podemos mudar isso, mas primeiro temos pensar no Figueirense . Sabemos que é um jogo que entraremos sob pressão. É um momento que temos que saber jogar com o psicológico”, afirmou Abel.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.