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Abel diz que gostaria de contar com Sheik e puxa orelha de Souza

Futuro técnico do Fluminense prefere não se manifestar sobre a problema de Emerson, mas elogia atacante

iG Rio de Janeiro |

Ainda falta cerca de um mês para Abel Braga se apresentar nas Laranjeiras, mas o futuro treinador do Fluminense deu alguns pitacos sobre o momento do clube em entrevista à Radio Brasil. Ás vésperas de se sagrar campeão com o Al Jazira, dos Emirados Árabes, Abelão elogiou Emerson, afastado por indisciplina, deu um puxão de orelhas em Souza, desconversou sobre um possível interesse na contratação do zagueiro Mário Rosário e disse que está otimista numa vitória sobre Libertad, nesta quinta-feira, no Engenhão.

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Embora admita que gostaria de contar com o autor do gol do tricampeonato brasileiro, Abel afirmou que não se sente no direito de se manifestar sobre o assunto.

“Não posso me manifestar porque não sei o que ocorreu, e acho que nem a própria imprensa sabe. Tenho admiração enorme por esse jogador, de qualidade única. Poucos atacantes fazem a diferença e lutam muito sem a bola, então você teria dois que têm esse tipo de característica: Fred e Emerson. Se você me perguntar se eu gostaria de contar com ele, gostaria, mas não posso me manifestar, e tem coisa que foge ao controle do treinador, que também tem seu limite. Passa a ser caso da direção. Acho que não seria coerente da minha parte me pronunciar”, afirmou.

O treinador também elogiou as qualidades de Souza, mas foi duro ao comentar sobre a insatisfação do jogador com a reserva e os problemas de comportamento que o meia vem apresentando ultimamente nos clube por onde passou.

“Jogador que não está satisfeito sai. Não pode é ter coisinha através da imprensa, não é legal, não gosto disso. Assim como o que elogia por meio da imprensa também não agrada. Ultimamente ele não tem andado satisfeito em lugar nenhum, né? São Paulo, Grêmio, mudanças constantes, mas tem qualidade. De repetente poderia aproveitar essa qualidade para a equipe. É o tipo de coisa desnecessária”, advertiu o treinador.

Campeão da Libertadores em 2006 com o Internacional, Abelão espera repetir a dose com o Fluminense em 2011. Para chegar a tempo de realizar seu desejo, é preciso que o Tricolor passe pelo Libertad. Acostumado com partidas eliminatórias, o técnico afirma que o importante é não sofrer gols.

“Acho que não preciso falar da importância do que é um jogo de Libertadores. Exatamente o que eu penso já foi dito pelo Enderson e pelo Fred durante a semana. E já tivemos o exemplo da primeira fase, sofrida como foi. Isso está amadurecido na cabeça do jogador, e o 1 a 0 já é um grandíssimo resultado.

O importante é não sofrer gol. O Fluminense está preparado para isso”, alertou Abelão, que foi irônico ao descartar qualquer tipo de conversa com o ex-zagueiro do Botafogo, Márcio Rosário.

“Também tenho desejo muito grande de dirigir o Porto. Isso é assim (risos). É um jogador que também cometeu um ato de indisciplina no campo (no time de Abel, nos Emirados Árabes), pegou suspensão longa, e o sheik não o perdoou. Joguei mais da metade do campeonato com um zagueiro abaixo do normal. Mas ele é bom zagueiro, se adapta a esquemas. Mas também não posso me pronunciar sobre contratações e não acompanhei o desempenho dele no Botafogo”, concluiu o futuro comandante do Fluminense.

 

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