Técnico do Flu faz um alerta e diz que não há campo que suporte a maratona de jogos como a do Brasileiro

Caio Amy/Photocamera
Abel afirma que o pessoal do Santos também vai reclamar condições do gramado
Pior do que a ausência do atacante Fred , que defendeu a Seleção Brasileira no Superclássico das Américas contra a Argentina, quarta-feira, em Belém, e deverá se integrar ao elenco do Fluminense ainda nesta quinta-feira, só o péssimo estado do gramado do estádio Raulino de Oliveira. De maneira Irônica, Abel Braga tricolor lamentou as condições do local da partida contra o Santos , no próximo sábado, às 18h, e disse que pior ainda será para o pessoal do time paulista.

“Foi bom ter vindo treinar aqui, porque o campo está pior que da outra vez. Antes, tinha apenas uma parte no meio que soltava grama, mas no geral o gramado estava bom. Agora, está muito ruim. O Santos vai reclamar bastante, até porque eles jogam em um tapete na Vila. Não tenha duvida disso”, afirmou Abelão.

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Mas não é só a equipe santista que sairá perdendo. Em ascensão na competição, o Fluminense precisa da vitória a todo custo para seguir com chances de brigar pelo título. Ciente disso, o técnico Abe faz um alerta.

“Temos que ter muito cuidado para não cometermos erro de domínio. Os jogadores terão que dar dois ou três toques para controlar a bola. A marcação será forte dos dois lados. Foi importante vir antes pra ficarmos junto um pouco e se acostumar”, disse.

Apesar de lamentar as condições do gramado, Abel Braga saiu em defesa dos administradores dos estádios de Volta Redonda e do Engenhão e, sutilmente, criticou o calendário do futebol brasileiro e, indiretamente, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

“São muitos jogos em todos os estádios. Aqui jogam Duque de Caxias, Volta Redonda e as vezes o Fluminense. Não tem gramado que aguente. No Engenhão, são outros três clubes. Lá ainda tem show. É complicado. O fim do ano está chegando e não gramado que suporte. Não temos o que reclamar. Nós não temos casa. Jogando em casa emprestada. Aqui é um lugar legal, os jogadores gostam, temos um bom repouso no hotel, é silencioso e somos bem tratados”, desabafou o técnico do Fluminense.

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