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Abel Braga diz que não teme ser demitido pelo Fluminense

Com contrato até 2012, técnico diz que não tem multa rescisória e que gostaria de ficar até 2014

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

A espera de três meses por Abel Braga foi inédita no futebol brasileiro e dividiu opiniões. Formado nas categorias de base do Fluminense, o treinador chegou às Laranjeiras como salvador da pátria após um primeiro semestre de fracassos no Carioca e na Libertadores. Mas a campanha irregular, com cinco vitórias e sete derrotas, em pouco mais de dois meses à frente do campeão brasileiro foi o suficiente para o torcedor tricolor perder a paciência, pichar o muro do clube e pedir a cabeça do treinador.

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Tranquilo, Abel não se abalou com as críticas, digeriu bem a pichação e disse que considera o torcedor soberano. Com contrato até 2012, o treinador espera cumprir seu compromisso, disse até que gostaria de prorrogar seu acordo, mas ao mesmo tempo afirmou que não teme ser demitido pelo clube.

“Tenho contrato até 2012 e estou feliz aqui. Se puder ficar até 2014, 2015 seria excepcional. Mas se tiver de sair no mês que vem não tem problema. Nem multa rescisória eu tenho. Se isso acontecer eu não vou sair atirando pedra e falando mal do clube. Minha conduta sempre foi essa”, explicou Abel.

Apesar do discurso sincero e tranquilo, o treinador entende o torcedor e também considera seus números decepcionantes. Insatisfeito com a campanha irregular do atual campeão brasileiro, Abel reforçou sua confiança no elenco tricolor, mas lembra que no futebol o imediatismo prevalece e tudo é para ontem.

“Esse peso sempre vai existir em um clube grande como o Fluminense. Eu posso até fracassar, mas acredito no meu grupo e tenho a consciência de que estamos trabalhando forte para reverter essa situação. Eu também acho que os meus números deveriam ser melhores pela equipe que temos. Queremos pelo menos ser uma equipe difícil de ser derrotada. Mas infelizmente estamos levando gols de uma maneira muito fácil”, lamentou Abel.

Embora as dificuldades estejam sendo bem maiores do que Abel esperava, o treinador negou que esse esteja sendo o trabalho mais difícil de sua carreira.

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“O mais difícil sem dúvidas foi não ter caído com a Ponte Preta”, afirmou Abel, que negou qualquer influência do clube na saída de Andrezinho do Internacional, mas não descartou o interesse do clube pelo meia.

Divulgação
Andrezinho interessa ao Flu

“O Fluminense não tem nada a ver com o André. O problema é entre ele o clube. Sei que dois clubes têm interesse no jogador e se realmente ele não for ficar no Inter, o Fluminense será o terceiro”, concluiu.
 

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