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A um jogo de prazo estimado para gol, Luis Fabiano expõe ansiedade

Atacante havia estipulado quatro jogos para ganhar ritmo e voltar a marcar. Time encara o Atlético-GO no próximo domingo

Gazeta Esportiva |

Logo após sua reestreia, na derrota para o Flamengo, Luis Fabiano estipulou que precisaria de mais três jogos para ganhar ritmo e ser cobrado para fazer gol. O prazo acaba no domingo, contra o Atlético-GO, em Goiânia, e as faltas de vitórias e redes balançadas pelo camisa 9 já lhe causam bastante irritação.

Se contra o Flamengo o centroavante teve duas boas chances e no empate com o Cruzeiro deu assistência para Cícero, embora tenha perdido pênalti, o ídolo da torcida são-paulina apareceu no 0 a 0 com o Internacional mais reclamando do que levando perigo com a bola na Arena Barueri.

Diante das dificuldades do Tricolor em escapar da marcação adiantada do Colorado, o camisa 9 só teve uma oportunidade de finalizar bem, em cabeceio logo no início da partida que passou perto do travessão de Muriel. Depois disso, chamou atenção ao bater os braços no próprio corpo diante de passes errados ou por não ser opção dos colegas. Chiou também contra a arbitragem e argumentou com gestos até com Adilson Batista.

Contrariado, o astro seguiu para os vestiários no intervalo indignado com a postura da equipe, apática na criação ofensiva. "Temos que nos movimentar mais. O time está estático, parado, aceitando a marcação", indignou-se o artilheiro, em avaliação que teve a concordância de seu treinador.

No segundo tempo, o centroavante se beneficiou da maior proximidade de Cícero, mas não conseguiu aproveitar isso dentro da área. Saindo para buscar a bola, o atacante desarmou Bolatti para lançar Dagoberto e participou de linha de passe de cabeça que terminou com finalização errada de Rivaldo.

Evolução pequena para a contratação mais cara do futebol brasileiro em 2011 - custou mais de R$ 17 milhões ao São Paulo em março. E o jogador, em sua terceira partida após passar sete meses vetado para tratar de lesão em tendão próximo ao joelho direito, sentiu cansaço percebido até por Rogério Ceni, que pediu de seu gol para Marlos aquecer. O meia-atacante acabou entrando realmente, mas na vaga de Dagoberto, que reclamava de dores.

Escolha do treinador à parte, Luis Fabiano deixa clara sua frustração nestes três primeiros jogos, gesticulando, atuando ou falando. "Em casa, qualquer outro resultado que não seja a vitória é decepcionante. Infelizmente criamos apenas uma ou outra ocasião de gol, aí fica mais difícil de conseguirmos vencer", apontou o atleta ao fim da partida.

Adilson Batista tenta passar força ao centroavante que tanto quis ter à disposição. "Ele é um atleta vibrante, participativo, gosta de vencer. E estava há sete meses sem jogar. Vejam o seu crescimento, está melhorando. Ele encosta, se aproxima dos companheiros, serve os colegas. Contra o Inter, ele teve muito poucas chances de finalização, mas daqui a pouco a bola vai entrar", apostou o chefe.

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