Documento tem sido a forma de o clube não pagar salários astronômicos ao elenco e estipular uma espécie de teto salarial

Representantes do Bom Senso FC
Facebook/Bom Senso FC
Representantes do Bom Senso FC

Ricardo Borges Martins, diretor do Bom Senso FC, revelou durante evento em São Paulo nesta segunda-feira que há atletas no movimento que não são favoráveis ao contrato de produtividade, hoje adotado em alguns clubes do futebol brasileiro como o Palmeiras e Santos.

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Ao mesmo tempo que clama pela aprovação da MP 671, que prevê o refinanciamento de dívidas fiscais do clube, o Bom Senso FC tem resistência de alguns atletas quanto ao vínculo de produtividade. Este tipo de documento tem sido a forma de o clube não pagar salários astronômicos ao elenco e estipular uma espécie de teto salarial.

"O que eu posso dizer é que o fair play financeiro e o calendário são um consenso no Bom Senso FC. Eu posso ter uma opinião, mas ela não é uma posição do Bom Senso porque não é um consenso. Agora, existem atletas favoráveis ao contrato de produtividade, e outros que não aceitam. Isso extrapola o movimento", declarou Ricardo Borges Martins.

Só mudanças de calendário, gestão e divisão de cotas salvam o Brasileirão

No ano passado, durante seminário que apresentou a sugestão para um novo calendário do futebol brasileiro, o Bom Senso FC chegou a afirmar que aceitaria uma redução salarial se assim houvesse uma segurança dos clubes.

Agora, o movimento acumula forças para defender em Brasília a aprovação da MP 671. Na última semana, o ex-jogador Alex participou de uma audiência pública e reforçou as exigências escritas na medida provisória.

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