Atacante do Santos admitiu que preferia não estar em campo no vexatório 7 a 1 que a seleção levou da Alemanha na semi

O atacante Robinho, do Santos, parece que não ficou abalado por ter sido preterido pelo técnico Luiz Felipe Scolari para a disputa da Copa do Mundo de 2014. Em entrevista concedida ao programa The Noite, do SBT, apresentado por Danilo Gentili, o jogador admitiu que o fato de ele ter ficado de fora do Mundial foi o melhor que podia acontecer.

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Robinho na gravação do programa The Noite, apresentado por Danilo Gentili
Lourival Ribeiro/SBT
Robinho na gravação do programa The Noite, apresentado por Danilo Gentili

"Graças a Deus tive um livramento, porque o Brasil ...", disse Robinho, fazendo referência ao vexatório 7 a 1 que a seleção brasileira levou da Alemanha na semifinal da competição. "Com o passar do tempo dei glória a Deus porque não fui", completou o santista.

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No bate-papo que vai ao ar nesta terça-feira, Robinho comentou também sobre o começo da carreira e falou sobre a experiência de ter sido guardador de carros. "Os caras me chamavam de “neguinho do cemi”, porque eu tomava conta dos carros do cemitério. Alguns caras eram “zoião” e só iam nos carros chiques, mas eu ia nos mais simples porque a caixinha era maior", relembrou.

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Robinho disse ainda que o futebol está usando mais a força do que o gingado em campo e diz que procura usar a inteligência para vencer a força física dos adversários. Sobre os filhos, Gianluca e Robson Júnior, o atacante afirmou que o primeiro teria puxado seu dom para a dança, enquanto o segundo já começa a dar sinais de que gosta de futebol. "A cobrança começa em casa. Às vezes meu filho fala: "Pô, pai, não jogou nada hoje!", finalizou.

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