Ex-presidente do Corinthians conversou com jornalistas sobre vida de deputado federal

Andres Sanchez, ex-presidente do Corinthians
Rodrigo Coca/Ag. Corinthians
Andres Sanchez, ex-presidente do Corinthians

Na sala de imprensa da Arena Corinthians, em Itaquera, Andrés Sanchez, ex-presidente do clube e deputado federal pelo PT-SP, foi o centro das atenções algumas horas antes do primeiro jogo entre Corinthians e São Paulo  na história da Libertadores. Falou de política e também da mais recente polêmica com o rival do Morumbi.

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Ele esclareceu como ficou a negociação com o São Paulo pela condução de torcedores visitantes nos dois jogos entre os dois times na Libertadores. Primeiramente ficou acordado que cada clube pagaria metade do aluguel dos ônibus. Porém, como outro jogo está marcado para o Morumbi no dia 22 de abril e o valor de cada aluguel é parecido – cerca de R$ 40 mil - preferiu-se que cada clube fique com a conta completa do transporte do jogo como visitante.

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Há menos de um mês em Brasília, ele reclamou do sistema político brasileiro. “Não dá para você fazer nada. Quem manda são os líderes dos partidos e o governo. Não tem nada para se fazer lá”, disse. “Se fosse quatro deputado por Estado estava ótimo. É uma vergonha aquilo lá. Fico quatro anos e depois vou embora”, completou. Sanchez, como todos os deputados federais, recebe R$ 33,7 mil por mês.

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O parlamentar, que também ocupa o cargo de superintendente do Corinthians, interrompeu a análise do sistema político brasileiro. Isso porque o repórter Márcio Torvano, da rádio 105FM, fazia uma entrada ao vivo na sua emissora e chamou o estádio corintiano de “Itaquerão”. 

O ex-presidente corintiano, que também lidera as negociações pela venda dos naming rights da arena, gritou seu nome na sala de imprensa e disse que o nome do estádio é “Arena Corinthians, arena de Itaquera. Itaquerão, não”.

Depois, em tom de brincadeira, bradou entre os jornalistas que agora “pode xingar quem quiser que não vai ser preso”, já que deputados federais têm foro privilegiado. 

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