Peter Siemsen, presidente do clube carioca, tem se reunido com a Unimed para acertar o elenco para o ano que vem

A diretoria do Fluminense  ainda não conseguiu definir nada em relação ao futebol para a próxima temporada. Isso porque o clube não sabe ao certo quanto terá em caixa para investir em 2015. Tudo dependerá do desfecho das negociações com a Unimed, principal patrocinadora do Tricolor, que sinaliza a permanência para a próxima temporada, mas reduzindo demais os investimentos.

O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, vem mantendo negociações diárias com o empresário Celso Barros, presidente da Unimed, e o assunto deverá ser encerrado até sexta-feira. Somente depois disso que o clube vai começar a traçar planos e definir o futuro da maioria de seus jogadores.

Em meio a desmanche que se inicia, Fluminense tenta manter Cristóvão

"Sei que estamos correndo riscos porque o planejamento acaba sofrendo um certo atraso, mas neste momento precisamos trabalhar desta forma e depois tentar recuperar com agilidade nas negociações", disse Peter.

Vários jogadores têm contrato somente até dezembro. Casos do goleiro Diego Cavalieri, do zagueiro Gum, dos volantes Diguinho e Valencia e do meia Chiquinho. Na mesma situação, o lateral esquerdo Carlinhos foi até liberado e já acertou com o São Paulo.

Até mesmo os jogadores que têm contrato mais longo podem deixar o clube. Peças como o meia Wágner e o atacante Rafael Sobis já deram sinais de insatisfação com os atrasos da diretoria em definir o futuro, enquanto que Fred, artilheiro do Campeonato Brasileiro, reclamou publicamente dos atrasos salariais e de um possível desmanche do elenco.

Neste cenário nem mesmo o técnico Cristóvão Borges tem o futuro certo. O treinador deseja permanecer nas Laranjeiras e Peter também pretende renovar seu contrato. Porém, a questão salarial mais uma vez pode acabar interferindo nos planos do Tricolor, ainda mais que o treinador não conta com a simpatia de Celso Barros, que não vai investir nele.

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