Para não disputar pênaltis, o time de Goiânia precisa vencer os equatorianos por dois ou mais gols de diferença

Só com "inteligência". Esse é o ingrediente que vai ser usado pelo Goiás na noite dessa quarta-feira, às 22 horas (de Brasília), no Serra Dourada, para reverter a desvantagem no duelo de ida contra o Emelec, do Equador, pelas oitavas de final da Copa Sul-americana. Pelo menos é o que garante o técnico Ricardo Drubscky, em busca de mudar o placar de 1 a 0 a favor dos equatorianos.

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"Estou preocupado em fazer 1 a 0 primeiro. Precisamos fazer o primeiro gol. Garanto que o Goiás terá um time guerreiro, forte e brigador. Vamos enfrentar uma escola muito difícil. Times do Equador, Argentina, Uruguai e Colômbia são muito aguerridos. Os outros países da América do Sul jogam de maneira mais clássica. Será uma guerra. Vamos pensar no 1 a 0 para depois tentar ampliar", garante.

Para não disputar pênaltis, o time de Goiânia precisa vencer por dois ou mais gols o Emelec, modesto oitavo colocado do Campeonato Equatoriano - que conta com apenas 12 equipes. O Esmeraldino, por sua vez, vive boa fase no Campeonato Brasileiro. Dos últimos nove pontos em disputa, somou sete.

"Sabemos que ir para o Brasil e ganhar lá não é fácil, mas estamos preparados para tudo. Trataremos de ir e fazer um bom jogo. A ideia é conseguir um bom resultado", disse Emanuel Herrera, técnico do Emelec. A delegação já está em Goiás.

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