Nome de Gyan é ligado ao desaparecimento de Castro e da sua namorada, mas o atleta chamou as acusações de selvagens

O atacante Asamoah Gyan, que esteve com a seleção de Gana na Copa do Mundo no Brasil e que defende as cores do Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos, se pronunciou desmentindo qualquer envolvimento na morte do seu amigo e rapper Theophilus Tagoe, popularmente conhecido como Castro.

Castro e a sua namorada, Janet Bandu, estão desaparecidos desde julho deste ano quando passaram férias com o próprio Gyan em um resort na cida de Ada, em Gana. As informações são de que o casal teria morrido afogado, mas os corpos de ambos nunca foram encontrados, causando muitas especulações.

Gyan sempre negou qualquer envolvimento, mas diante das acusações recentes de que o teria participado de um ritual religioso de sacrifíco de Castro e Bandu, o atacante ganês resolveu se pronunciar e atacar a imprensa por alegações que considera selvagens.

"Vão desde o absurdo - de colocarem a culpa do crime em mim – ao ridículo – de que sacrifiquei espiritualmente os meus amigos para melhorar a minha carreira. Não sou culpado pelo desaparecimento de Castro e de Janet Bandu, nem em termos morais nem jurídicos. Nenhum de nós amigos estava com eles naquela altura e não temos qualquer ideia do que aconteceu", disse o comunicado oficial.

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