Meia aguarda com ansiedade a chance de voltar a atuar com Rogério Ceni e Luís Fabiano, remanescentes de sua primeira passagem no clube do Morumbi, em 2003

Após cumprir suspensão na última rodada, por conta do acúmulo de cartões amarelos, Kaká pode estar à disposição da comissão técnica do São Paulo para o clássico diante do Corinthians , o primeiro a ser realizado em Itaquera. Com grande probabilidade de aparecer entre os titulares, o meia vive a expectativa de voltar a atuar ao lado dos companheiros Rogério Ceni e Luis Fabiano. Entretanto, o goleiro, recuperando-se de tendinite no joelho, e o atacante, readquirindo a forma física, são dúvidas no esquema tático de Muricy Ramalho.

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Kaká ao lado de Luis Fabiano e Rogério Ceni, remanescentes do time de 2003 do São Paulo
SÃO PAULO/DIVULGAÇÃO/SITE OFICIAL
Kaká ao lado de Luis Fabiano e Rogério Ceni, remanescentes do time de 2003 do São Paulo


Repatriado pelo time do Morumbi na pausa para a Copa do Mundo, o camisa 8 ainda não teve oportunidade de reeditar a parceria com a dupla que, assim como ele, tem identificação com a camisa são-paulina. Desde que acertou o retorno ao clube, em junho, Kaká ainda não atuou ao lado de Rogério Ceni e Luis Fabiano juntos.

"Não sabemos se ele vai jogar. O Luis é importante pela história que tem no clube, pela história que tem contra o Corinthians. É ótimo tê-lo de volta. Se ele vai jogar ou não, a decisão é do Muricy", comentou Kaká, que não atua com o camisa 9 pelo Tricolor desde 2003, quando se transferiu para o Milan, da Itália. Pela Seleção Brasileira, os dois atuaram juntos na Copa da África, quando ambos eram titulares na equipe comandada por Dunga.

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Na primeira passagem do meio-campista pelo São Paulo, entre 2001 e 2003, foram 68 jogos disputados com os três em campo, com 38 vitórias, 13 empates e 17 derrotas. O trio marcou 150 gols: Kaká foi à rede 23 vezes, Luis Fabiano marcou 51 tentos e Rogério anotou dois.

Focado no clássico deste domingo, o armador faz questão de desconsiderar os números para pensar no momento presente, que envolve a corrida pelo título. "O que conta para mim é o final da história. Claro que clássico é muito legal, o clima fica diferente e o Corinthians é um dos nossos rivais... Mas o foco está lá na frente, se quisermos ser campeões, temos de passar pelos times fortes", comentou. "Nosso foco maior é o final do campeonato e não os clássicos contra os rivais" acrescentou o camisa 8.

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