Atacante brasileiro conversou com seu algoz na Copa, mas apanhou bastante dos outros adversários no amistoso

Neymar cumprimenta Zuñiga antes do amistoso
Mowa Press
Neymar cumprimenta Zuñiga antes do amistoso

O fato de ter cumprimentado amigavelmente Zúñiga antes do amistoso entre Brasil e Colômbia, na noite desta sexta-feira, não significa que o atacante Neymar tenha relevado o estilo de jogo da Colômbia do técnico argentino José Pékerman. Após marcar o gol da vitória brasileira por 1 a 0 , em Miami, o jogador do Barcelona voltou a chiar.

"A seleção colombiana está sempre batendo um pouquinho a mais. É por isso que tenho de ficar esperto", comentou Neymar, apesar de bem-humorado.

No início do segundo tempo, uma falta sofrida pelo atacante foi decisiva para a vitória do Brasil. Cuadrado acabou expulso por derrubar Neymar perto da área. Mais tarde, o capitão de Dunga voltou a ser vítima de entradas violentas - a mais ríspida delas partiu de Teófilo Gutiérrez.

Com Zúñiga, no entanto, está tudo certo. "Ele pediu desculpas e me disse que jamais teve a intenção de me machucar. Desejou-me um bom jogo", contou Neymar, que acabou fora da Copa do Mundo depois de uma joelhada do lateral direito do Napoli, nas quartas de final.

Capitão e autor do gol da vitória, Neymar prefere exaltar o grupo

A Seleção Brasileira tem um novo treinador, mas o seu principal jogador ainda é o mesmo. Na reestreia de Dunga, o atacante Neymar ostentou a braçadeira de capitão e garantiu a vitória por 1 a 0 sobre a Colômbia com um gol de falta. E, como nos tempos de Felipão, preferiu valorizar os seus companheiros.

"Essa Seleção não é só de um jogador, de um nome. É a Seleção Brasileira, com 11 jogadores e os demais que estão no elenco. É a força do grupo que faz com que conquistemos as vitórias, mesmo no sufoco", discursou.

De qualquer forma, Neymar não conseguiu esconder a sua alegria por capitanear o Brasil. "É uma coisa nova para mim, uma responsabilidade muito grande. Fico feliz pela confiança do treinador, da comissão e da equipe inteira", sorriu.

Mesmo quando o assunto é a braçadeira, no entanto, o atacante do Barcelona adota o cuidado de não ser individualista. "Não é porque sou o capitão que só eu falo. São onze jogadores dentro de campo, e todos têm o direito de se manifestar, de escutar, de entender. É um grupo", repetiu Neymar.

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