Bragantino escolheu a Arena Pantanal para mandar o jogo de ida das oitavas da Copa do Brasil. Poderia ter sido Manaus

Mano Menezes não gostou da decisão do Bragantino de levar a partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil contra o Corinthians a Cuiabá, mas ao menos se mostrou aliviado. Atuar na Arena Pantanal é menos incômodo para o treinador do que jogar na Arena da Amazônia, em Manaus, como chegou a ser estudado pelo clube de Bragança Paulista.

Vista geral da Arena Pantanal, em Cuiabá, usado na fase de grupos da Copa do Mundo
Buda Mendes/Getty Images
Vista geral da Arena Pantanal, em Cuiabá, usado na fase de grupos da Copa do Mundo

"Dos males, o menor", disse o gaúcho, preocupado com o deslocamento necessário para o confronto. Sua equipe atuará no Rio Grande do Sul, no domingo, contra o Grêmio, antes de ir a Cuiabá, quarta-feira, encarar o Bragantino e completar uma semana pesada medindo forças com o Fluminense, em São Paulo.

"Havia a possibilidade de jogar em Manaus. Aí, sim, seria um absurdo. Não deveria ser permitido que se faça o que se bem quer nos jogos como mandante. Eu poderia sair de Porto Alegre e ir a Manaus. É preciso estabelecer um limite", comentou o comandante alvinegro.

A partida em Mato Grosso será a primeira na disputa por uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil. O Bragantino - que já havia enfrentado o São Paulo em Ribeirão Preto na fase anterior - optou por atuar longe de Bragança Paulista, onde tem média de menos de mil pagantes por jogo, por uma bilheteria maior.

A qualidade gramado da Arena Pantanal, ao menos, é boa, especialmente se comparada à do campo do Bragantino, o Nabi Abi Chedid. "As condições de jogo, como o terreno e a iluminação, são boas. Isso favorece para que façamos uma boa partida", afirmou Mano Menezes.

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