Eleição aconteceria nesta quarta, mas foi adiada por conta do "mensalão vascaíno", por meio do qual Eurico Miranda teria subsidiado entrada de torcedores no clube para ganhar votos

O processo eleitoral do Vasco não ocorrerá nesta quarta-feira. O desembargador Camilo Ruliere acatou o recurso dos advogados da chapa encabeçada por Júlio Brant e manteve a decisão imposta por Olavo Monteiro de Carvalho, presidente da Assembleia Geral do Vasco. Assim, o pleito será realizado no dia 11 de novembro.

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Há aproximadamente duas semanas, Carvalho tomou tal decisão por causa da acusação denominada “mensalão vascaíno”, pelo qual os dirigentes Eurico Miranda e Roberto Monteiro teriam supostamente colocado quase três mil torcedores no esquema de mensalidades.

Entretanto, não fora apenas o segmento Sempre Vasco que apoiou tal mudança. As chapas Vira Vasco e Vasco Passado a Limpo, encabeçadas, respectivamente, por Nélson Rocha e Tadeu Correia, também apoiaram a proposta de Brant.

Presidente em exercício do clube, Roberto Dinamite tem a intenção de retirar os sócios envolvidos no “mensalão” do pleito. Em contrapartida, o grupo liderado por Eurico esboça uma ação conjunta para recorrer.

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