Um único flamenguista aguardou a chegada da delegação ao Rio de Janeiro, dizendo que o rebaixamento já é inevitável

Novamente na lanterna do Campeonato Brasileiro , o Flamengo ainda não conseguiu espantar a crise com a chegada do técnico Vanderlei Luxemburgo. O elenco desembarcou no Rio de Janeiro nesta segunda-feira, após a derrota por 1 a 0 para a Chapecoense, sob protestos de um torcedor solitário, que ironizou o grupo e disse que o rebaixamento já é inevitável.

Temerosos em relação ao futuro, os dirigentes não demonstram grande confiança no elenco rubro-negro, mesmo com a chegada de alguns reforços. Robinho era tido como a salvação, mas, na manhã desta segunda, o clube foi informado de que os investidores não ajudarão na negociação, o que impossibilita a chegada do atacante.

Além disso, a perda iminente de Hernane para o Al Nassr, da Arábia, abateu ainda mais os mandatários. O atacante viaja para a Ásia nesta quinta-feira. "Ele conversou comigo antes do jogo e não tinha cabeça para ir a campo, mesmo estando liberado para atuar. Jamais o colocaria nesse tipo de situação, pois já fui jogador e sei o que acontece", disse Luxemburgo.

Outro cotado para deixar o clube é o meia argentino Lucas Mugni, ventilado pelo Al Rayyan, do Catar. O jogador, porém, concedeu entrevista no retorno ao Rio de Janeiro dizendo que vai permanecer na Gávea. "Não é o momento de deixar o Flamengo com o clube vivendo uma situação tão ruim. Quero ajudar o Flamengo a melhorar seu desempenho e não vou deixar o clube", avisou o argentino.

Após o desembarque, os jogadores foram liberados e só se reapresentam na tarde desta terça-feira, no Ninho do Urubu, quando começa a preparação para o duelo contra o Sport, no próximo domingo, às 16h, no Maracanã, pela 14ª rodada do Brasileirão

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