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Resultado de 1 a 1 diante do Atlético-PR no Canindé faz alguns torcedores pedirem a demissão do treinador do clube

Mano Menezes, técnico do Corinthians
Getty Images
Mano Menezes, técnico do Corinthians

Boa parte dos torcedores do Corinthians que foram ao Canindé assistir ao jogo contra o Atlético-PR já havia pedido no intervalo: "Vamos jogar bola, ô, ô, ô, ô!". Ao apito final, com o empate por 1 a 1 cedido nos minutos derradeiros, a ira foi voltada a Mano Menezes: "Mano, c..., fora do Timão!".

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Os gritos foram fortes, partiram justamente do público que estava atrás do banco de reservas e ecoaram por vários setores do estádio, que recebeu 13.137 pagantes. Os jogadores deixaram o campo rapidamente, assim como o hostilizado comandante gaúcho.

As queixas não foram apenas técnicas. No intervalo - algo que seria repetido ao término da partida -, as reclamações feitas por torcedores organizados eram direcionadas ao presidente Mário Gobbi - que ouviu rimas semelhantes às endereçadas a Mano e foi chamado de "ladrão" - e a Andrés Sanchez.

Veja Mano Menezes falando sobre os protestos da torcida do Corinthians


Foram vários os coros para o ex-presidente, responsável pelo estádio de Itaquera. O motivo dos protestos foi o preço dos ingressos na nova casa do clube, com bilhetes de R$ 50 a R$ 400 na estreia (R$ 35 a R$ 280, com o desconto para os sócios-torcedores).

Além do já tradicional "Andrés, aqui não tem burguês", houve cantos como: "Doutor, eu não me encano, cinquenta conto é roubar corintiano". "Alô, Andrés, preste atenção, o Fielzão é a casa do povão", gritaram os torcedores, que ainda fizeram uma rima pedindo "ingresso mais barato para o povo sofredor".

*Com Gazeta

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