Ex-presidente do clube vetou perguntas em inglês e ironizou CET durante coletiva de imprensa após a estreia do Itaquerão

Terminada as coletivas de imprensa dos técnicos Guto Ferreira e Mano Menezes sobre a vitória por 1 a 0 do Figueirense sobre o Corinthians , posicionaram-se no espaço reservado para as entrevistas no estádio de Itaquera autoridades responsáveis pelo evento-teste - o estádio de Itaquera receberá a abertura da Copa do Mundo . Andrés Sanchez, como não era difícil prever, destoou dos demais.

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O ex-presidente do Corinthians , responsável pela construção da arena, não adotou o tom mais político de Ricardo Trade, executivo do Comitê Organizador Local (COL) do Mundial, o sereno da vice-prefeita Nádia Campeão ou o técnico de Raquel Verdenacci, coordenadora do comitê paulista da Copa. Entre momentos de bom humor e grosseria, chamou atenção, como gosta de fazer.

Veja fotos da partida entre Corinthians e Figueirense:

Andrés conseguiu aliar esses dois lados ao impedir que uma pergunta de uma repórter brasileira da rede britânica BBC fosse feita em inglês. Também vetou a resposta do poliglota Ricardo Trade em um idioma que não fosse o português. "Estamos no Brasil. Eu, pelo menos, não sei falar inglês, muito menos entender", esbravejou, sorridente.

Quando o assunto foi a chuva que castigou o estádio em parte do jogo, chegando a expor uma goteira no setor Oeste, o dirigente lembrou que São Paulo vem sofrendo com os baixos níveis de água nos reservatórios por um período de seca. "O Corinthians é tão grande que até chuva trouxe para a cidade. Estava precisando."

O ex-presidente alvinegro ainda ironizou as dificuldades de funcionários da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) para dar orientações de caminho aos torcedores nos bloqueios de automóveis: "Se ele está a 600 metros do estádio e não sabe onde é, melhor mudar para Marte".

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